Grupo D – Produto e Desemprego (Plano Real até 2002)

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“Contextualização: Até o Plano Real, adotado em 1994, a economia brasileira foi vítima das elevadas taxas de inflação. Em 1950, quando Juscelino Kubitschek foi eleito e propôs o Plano de Metas, com o famoso slogan dos “50 anos em 5” para impulsionar a industrialização brasileira, até então praticamente inexistente, e a construção de Brasília, empresas americanas e europeias começaram a entrar no Brasil e a estas foram concedidos vários benefícios, o que junto com a construção de Brasília acabou por endividar o Estado. Situação esta que fora controlada pela emissão monetária. Com a renúncia de Jânio Quadros e a posse de João Goulart a instabilidade política propiciou ainda mais o desequilíbrio macroeconômico que já estava em andamento com a inflação elevada e o problema das contas externas. Em 1964, quando os militares tomaram o poder a inflação fora de 90%, foi adotado PAEG (Programa de Ação Econômica do Governo) e a inflação começou a cair. Entre 1968 e 1973, período conhecido como “milagre econômico” quando o PIB do Brasil cresceu absurdamente junto a altas taxas de inflação. E em 1979, o choque do petróleo e o aumento das taxas de juros complicaram ainda mais a situação do país.

Em 1986, foi colocado em prática o Plano Cruzado, para tentar estabilizar os preços (congelamento de preços), após uma ano o governo pôs fim a esse congelamento, fazendo com que o câmbio se desvalorizasse e a inflação subisse novamente.

 Conjuntura: No fim de 1993, sob comando do até então Ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, começa a tomar medidas para colocar em prática o Plano Real. O Plano Real consistiu na adoção de duas moedas por um determinado período de tempo. A moeda corrente doméstica (Cruzeiro Real), que continuaria sendo usada como meio de troca e uma moeda virtual (moeda indexada-Unidade Real de Valor=URV) usada como unidade de conta. Então os preços na moeda corrente continuariam a subir conforme a inflação, mas permaneceriam estáveis em relação a moeda indexada.

Em 1994, a URV mudaria seu nome para Real e o Cruzeiro Real deixaria de existir. Em quatro meses todos os preços que eram cotados em Cruzeiro Real encontraram seu valor de equilíbrio em URV, estando a economia liberta da inflação. Em 1999, com uma crise mundial houve uma forte desvalorização do Real e então o Brasil adota o regime de metas de inflação.

 D - Produto Interno Bruto (PIB)

D - PIB per capitaD - DesempregoD - Desemprego 2

Fontes:

http://databank.worldbank.org/data/views/reports/chart.aspx

 PAULANI, Leda Maria & BRAGA, Márcio Bobik. A Nova Contabilidade Social – uma introdução à Macroeconomia. São Paulo: Editora Saraiva, 4ª edição, 2012

 http://20anosdoreal.epocanegocios.globo.com/#anchor-u343″

 

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Qual é o seu estilo de aprendiz?

 

Pensar sobre esse tema e  tentar responder a essa pergunta é sempre bastante útil, já que a vida é um aprendizado constante,  mais útil  ainda quando as provas intermediárias estão para começar e o tempo parece não ser suficiente para se preparar bem (não parece, mas é – veja este post sobre método de estudo).

Há estudantes que aprendem melhor de forma sequencial, indo do particular para o geral, já outros compreendem melhor um tema quando têm uma visão mais global sobre ele, e depois exploram os detalhes particulares; também há diferenças entre a apreensão de conteúdos visualmente, associada a memórias visuais, e para estes estudantes, mapas conceituais, diagramas, fluxogramas, etc, ajudam muito no seu processo de aprendizagem; outros são mais verbais e aprendem melhor lendo e ouvindo. Uns, mais ativos, outros, reflexivos; ou ainda mais sensitivos, preferindo fatos, métodos bem estabelecidos a possibilidades e formulações matemáticas, por exemplos.

Para saber mais sobre os estilos de aprendizagem, consultem a fonte que utilizei nesse breve resumo:

LEARNING STYLES AND STRATEGIES dos professores Felder e Soloman, que produziram um indicador de estilo de aprendizagem a partir de um questionário com 44 itens, como um teste para classificar seu estilo dentro das quatro dimensões que citei.

Para fazer o teste: http://www.engr.ncsu.edu/learningstyles/ilsweb.html

Reporto aqui as observações que os próprios autores fazem, na página de apresentação do índice:

  1. The ILS results provide an indication of an individual’s learning preferences and an even better indication of the preference profile of a group of students (e.g. a class), but they should not be over-interpreted. If someone does not agree with the ILS assessment of his or her preferences, trust that individual’s judgment over the instrument results.
  2. A student’s learning style profile provides an indication of possible strengths and possible tendencies or habits that might lead to difficulty in academic settings. The profile does not reflect a student’s suitability or unsuitability for a particular subject, discipline, or profession. Labeling students in this way is at best misleading, and can be destructive if the student uses the label as justification for a major shift in curriculum or career goals. (A learning style preference also does not serve as an excuse for a bad grade on the student’s last physics test.)

Mas garanto que é, no mínimo, divertido!!

Eis aqui o meu resultado:

Learning Styles Scales – Roseli

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Grupo F – Taxas de juros e desemprego na Zona do Euro

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“Taxa de Juros Básica da Zona do Euro

  Um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central Europeu na política monetária é taxa de juros, a qual também é conhecida como juros referenciais ou taxa de refinanciamento. Essa é a taxa que os bancos europeus devem pagar quando tomam dinheiro emprestado do BCE.

  Com uma mudança na taxa básica de juros, o BCE interfere indiretamente nas taxas aplicadas pelos bancos em operações como empréstimos, hipotecas e transações bancárias.

 Conjuntura :

Como podemos observar o BCE mantém a taxa de juros a níveis baixíssimos, atualmente em 0,05%. Essa medida visa impulsionar o crescimento e evitar a deflação, dado que a economia em questão entrou e um processo de deflação nos primeiros meses de 2015.

F - gráfico taxa de juros

Fonte : http://beforeitsnews.com

http://www.ecb.europa.eu/stats/monetary/rates/html/index.en.html

 

Desemprego na zona do euro

 No início dos anos 2000, o desemprego por volta dos 8% tinha a tendência baixa na zona do euro e mesmo com um leve aumento até 2004 com 9,1%,  apresentou uma queda pra 7,6% em 2008. Com a vinda da crise e os cortes nos gastos, o desemprego disparou em alguns países fazendo com que essa taxa ultrapassasse os 10%.

 A taxa de desemprego na zona do euro seguiu mais ou menos a mesma tendência na taxa da União Europeia. No entanto, entre 2000 e início de 2004, a taxa de desemprego na zona do euro ficou abaixo do registrado na UE. Esse padrão foi posteriormente revertido como, entre 2005 e início de 2008, o desemprego diminuiu mais rapidamente nos Estados-Membros que ainda não têm o euro. Tal como na UE, durante a crise econômica o desemprego aumentou a um ritmo considerável, com exceção do período entre meados de 2010 e meados de 2011, onde ele se recusou temporariamente. O nível de desemprego atingiu um pico de 19,2 milhões no segundo trimestre de 2013, antes de descer na segunda parte do ano.

F - desemprego zona do euro

 Fontes:

 http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/Unemployment_statistics

http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do

http://sdw.ecb.europa.eu/quickview.do?SERIES_KEY=132.STS.M.I7.S.UNEH.RTT000.4.000

Grupo L – Produto e Inflação na Zona do Euro

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Produto Interno Bruto (PIB)  

      O PIB é a totalidade da riqueza gerada por um país ou região em um intervalo de tempo. A sua mensuração poder ser feitas sob três óticas: a ótica da despesa, a ótica da oferta e a ótica do rendimento. Na ótica da despesa, o valor do PIB é calculado a partir das despesas efetuadas pelos diversos agentes econômicos em bens e serviços para utilização final, e corresponderá à despesa interna, que inclui a despesa das famílias e do Estado em bens de consumo e a despesa das empresas em investimentos. Na ótica da oferta, o valor do PIB é calculado a partir do valor gerado em cada uma das empresas que operam na economia. Já na ótica do rendimento, o valor do PIB é calculado a partir dos rendimentos de fatores produtivos distribuídos pelas empresas, ou seja, a soma dos rendimentos do fator trabalho com os rendimentos de outros fatores produtivos.

A evolução do PIB
    A economia do Euro apresentou um crescimento significativo entre os anos de 2005 a 2007, devido ao aumento de consumo privado, aumento de formação bruta de capital e o aumento de exportações. Contudo, devido ao temor de contágio da crise dos sub-primes dos EUA, esse aumento que se mantinha, foi retido em razão do decaimento das expectativas sobre o crescimento da economia do euro.

L 1 PIB real zona do euroNo ano de 2008, percebe-se um crescimento debilitado de aproximadamente 0,8%. Nota-se uma queda generalizada no setor de exportação, acompanhada dos setores de consumo e investimento.
Devido à queda dos componentes do PIB, no ano de 2009, a taxa de crescimento tornou-se negativa, apresentando uma retração de 4% do PIB. O principal motivo foi à crise financeira que afetou as expectativas no mercado de trabalho atingindo diretamente a demanda agregada, sob redução de consumo e aumento de poupança.

http://www.valor.com.br/arquivo/603269/bce-preve-contracao-economica-na-eurozona-em-2009

  Em 2010, nota-se aumento do PIB na ordem de 1,9% ocasionado pela elevação da demanda externa aliado a uma política fiscal expansionista. Unido a isso, houve uma recatada recuperação de consumo e investimento.
  A atividade econômica na Zona do Euro apresentou uma estabilidade entre 2012 e 2013, sendo pela melhora das expectativas dos empresários e dos consumidores.

L 2 Taxa de Crescimento Euro
O investimento foi beneficiado pela diminuição da incerteza, mas permaneceu baixo devido à pequena taxa de utilização produtiva e a demanda futura. O gasto público foi reduzido para uma consolidação fiscal. A perspectiva para os próximos anos é um crescimento relativamente baixo.

Inflação
A inflação pode ser conceituada como um aumento contínuo e generalizado no nível geral de preços. Ou seja, os movimentos inflacionários representam elevações em     todos os bens produzidos pela economia e não meramente o aumento de um determinado preço.

Evolução da inflação:
    Sobre a inflação, pode-se perceber que ela permanece praticamente estável no patamar de 2% a 3%, durante os anos de 2000 a 2007, o que condiz com uma inflação decorrente do crescimento do produto durante o mesmo produto. A partir no 4º semestre de 2007, nota-se uma elevação no preço de alimentos e de produtos energéticos, dois itens que tem grande incumbência no cálculo da inflação, fato o qual continuou em 2008 fazendo a inflação ter o maior nível histórico, atingindo 4%.
    A partir de 2009 o preço do petróleo e de outras matérias primas reverteu-se fortemente em comparação ao ano anterior, aliviando a pressão inflacionária.

L 3 Inflação euro
 Durante os anos de 2011 e 2012, a inflação volta a níveis médios devido ao aumento do preço do petróleo, semelhante ao ano de 2008. Porém, no ano de 2013 a inflação abaixou devido à diminuição dos preços da produção industrial e queda dos preços de matérias-primas petrolíferas e não petrolíferas. E permanece com tendências baixas.

Bibliografia: http://www.ecb.europa.eu/pub/annual/html/index.en.html “.

 

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Grupo K: Inflação e Taxas de Juros nos EUA

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Inflação e taxa de juros são duas variáveis de grande importância no escopo de atuação dos economistas.

A taxa de inflação

A inflação é uma elevação sustentada do nível geral de preços da economia conhecido como nível de preços. Ela é medida com base em índices que ponderam os bens e serviços mais importantes para a população e medem o crescimento desses preços. Se todos os preços (bens, serviços, salários, lucros etc.) aumentassem uniformemente, não haveria problemas. O problema é que a inflação mexe nos preços relativos, e assim quando a inflação é superior ao aumento de salários, por exemplo, há perda do poder de compra da população assalariada. A inflação pode ter uma causa monetária (impressão de dinheiro pelo governo), pode ter causas psicológicas (agentes ajustam o preço porque acham que aumentaram no futuro) e pode ter uma causa real (um desajuste entre a oferta e a demanda por bens e serviços).

Deflator do PIB e Índice de Preços ao Consumidor

Duas medidas são geralmente utilizadas como índices de preços: o deflator do PIB e o índice de preços ao consumidor. Apesar de não ser tão utilizado como os demais índices, o deflator é provavelmente o mais abrangente, pois seu cálculo utiliza informações indisponíveis aos demais indicadores, como os preços implícitos da administração pública. O cálculo do deflator é dado pela razão entre PIB nominal e PIB real. Já o IPC é calculado com base em uma cesta de bens e serviços consumidos por um grupo específico de habitantes, a inflação é medida pela variação nos preços do conjunto fixo de bens dessa cesta a cada período.

No contexto americano, podemos notar um nível de inflação razoavelmente estável ao longo das duas últimas décadas com algumas quedas em períodos de recessão como em 2001 e 2008-09. O IPC apresenta uma maior volatilidade em decorrência de sua metodologia de cálculo, evidenciando a sensibilidade das famílias em relação ao consumo nos períodos de crise.

K - IMAGEM 1

K - IMAGEM 2

Como inflação e taxas de juros se relacionam?

A taxa de juros é um instrumento utilizado para regular o nível de atividade econômica. Por exemplo, se há interesse em expandir o nível de atividade econômica a taxa de juros é reduzida. Ao contrário, se há um superaquecimento da atividade os juros são aumentados, para que o custo dos investimentos tornem-se mais elevados desencorajando projetos de investimento. Aumento dos juros tende a reduzir o ritmo de elevação dos preços, reduzindo a taxa de inflação.

A Taxa de Juros Americana

A taxa de juros americana (Federal Funds Rate) é determinada pelo mercado e influenciada pelo banco central americano (Fed) através de operações de open market, repondo ou retirando fundos ao volume disponível no mercado. Este procura alinhar a Federal Funds Rate efetiva com a taxa de juros pretendida. Esta taxa serve de referência para a economia americana sendo usada nos empréstimos feitos entre bancos e também nas aplicações feitas por estas instituições em títulos públicos federais. E sua alteração tem efeito sobre o valor das taxas para diversos produtos como hipotecas, empréstimos, juros de poupança entre outros.

Desde o final de 2008 o Federal Open Market Committee (FOMC), que equivale ao COPOM, tem estabelecido como alvo uma taxa de juros próxima a zero visando estimular a atividade econômica e a geração de empregos.

K - IMAGEM 3

K - IMAGEM 4

Análise da Conjuntura

Após a crise mundial o Fed manteve a taxa de juros próxima a zero afim de estimular o crescimento da atividade econômica. Em 2014 o país cresceu 2,4%, o que mostra uma tendência de recuperação aliado a queda na taxa de desemprego. A economia americana mostra tendência de crescimento mais moderado. A inflação também mantém-se baixa, o que estimula o consumo, e com aumento da criação de empregos pode haver um superaquecimento da economia, levando o Fed a aumentar a taxa de juros para trazer a economia ao equilíbrio, aumentando o nível de atratividade dos investimentos financeiros nos Estados Unidos.

O link a seguir ilustra os fatos apresentados: http://goo.gl/NDvPE2 

 

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Grupo B: Produção e emprego nos EUA

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“Analisando o cenário estadunidense através da lente macroeconômica, evidenciaremos a aplicação dos conceitos de PIB e EMPREGO por meio de definições e de notícias, as quais seguem abaixo.

Produção dos EUA:

O produto interno bruto é um indicador que mede a atividade econômica do país. Avaliar o PIB consiste em mensurar todo fluxo do nível de produção da Economia.

A imagem 1 descreve os valores do PIB e de seus componentes de 2000 a 2013, o que permite avaliar o impacto de cada um para a formação da produção dos EUA.

B imagem 1

O gráfico 1 representa o crescimento do PIB real no acumulado de 1996 a 2005 e dos anos de 2006 a 2013.

B grafico 1

Um indicador derivado do produto interno bruto é o PIB per capita, formado pela divisão do PIB pelo número total de habitantes do país, o que mensura o bem-estar.Com a comparação dos resultados podemos dizer que a população piorou seu nível de bem-estar ou melhorou. Há também a diferenciação entre o PIB nominal e o real. PIB nominal é calculado a preços correntes, ou seja, considera os valores do ano em que o produto for produzido e comercializado; já o PIB real exclui os efeitos da inflação.

Aplicando o conceito: É recorrente a afirmação de que o PIB dos países é subestimado, essa é uma consequência dos problemas de mensuração do indicador. Entre esses problemas, pode-se apontar a economia informal, representada principalmente por atividades ilegais, das quais não se tem informação completa para determinar o valor produzido. Isso faz com que países como a Itália e a Holanda que incorporaram atividades ilegais no cálculo do PIB pareçam ter um fluxo maior de produtos e serviços disponíveis do que outras economias, como a dos EUA, que não incluíram a chamada economia subterrânea. Entretanto, uma das mudanças que os EUA recentemente adotaram na mensuração do PIB pode ser capaz de superestimá-lo. Gastos em pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, compõem os investimentos e podem gerar rendas futuras, mas são de difícil mensuração, pois não se sabe ao certo qual será seu rendimento. Em 2008, os EUA passaram a incluir tais atividades inovadoras de pesquisa e desenvolvimento e também de criação de arte (filmes, livros, música e programas de TV) no cálculo de PIB, o que torna difícil a comparação com outros países.

A notícia a seguir representa uma decisão do governo dos EUA em adotar acordos comerciais para aumentar as exportações e, assim, aumentar a produção do país, uma alternativa às políticas tributárias e de gastos públicos e também uma maneira de reduzir o peso do consumo doméstico para o indicador, visando a estimular a economia de todos os países envolvidos: http://goo.gl/IWS8OY

Emprego nos EUA

A taxa de desemprego representa a proporção de pessoas capazes de exercer uma profissão e que procuram um emprego remunerado, mas que, por diversas razões, não entram no mercado de trabalho.

A imagem 2 descreve a população dos EUA, a força de trabalho e as taxas de participação na força de trabalho e desemprego, o que permite analisar o desempenho do mercado de trabalho no país.

B imagem 2

Aplicando o conceito: O cenário atual dos EUA demonstra queda na taxa de desemprego, auxiliada pela coincidente queda na taxa de participação da força de trabalho, o que pode representar uma subestimação do enfraquecimento econômico pela taxa de desemprego. Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, afirmou que para avaliar a recuperação do mercado de trabalho, ela consideraria mais do que a taxa de desemprego. O tamanho da força de trabalho é uma chave determinante do quão rápido a economia pode crescer, visto que o seu potencial é dado pelo uso de todo o capital e trabalho disponível.

A notícia abaixo ilustra a situação retratada abordando a queda na taxa de participação na força de trabalho e seus motivos: http://goo.gl/xAgBC7

A notícia que segue abaixo, veiculada pelo jornal VALOR ECONÔMICO, evidencia diversos tópicos da análise macro, relacionando-os e ressaltando sua importância para a composição do PIB: http://goo.gl/A6S5mb

 

Atividade Didática Online – Curso Macroeconomia I

Grupo B

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Que tal prestar atenção no seu método de estudo?

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Isso pode resolver todos os seus problemas com “aquele professor que insiste em te reprovar”!! ;-)

Para os estudantes interessados em aprender (e quando isso acontece, naturalmente vc é aprovado em seus exames acadêmicos!) prestar atenção em como você estuda pode poupar muito tempo e esforços, além de propiciar melhores resultados gerais – inclusive elevando aquela medida que tanto te interessa, a nota!

Em um post anterior, tratei do assunto com foco em disciplinas quantitativas aplicadas à economia (veja aqui), mas as dicas que quero deixar agora são gerais, baseiam-se nos avanços da neurociência que desvendam alguns mecanismos de funcionamento do cérebro e ajudam, e muito, a estudar e aprender de forma eficiente. Elas foram sintetizadas com muito bom humor nesses quadrinhos:

Uma longa noite aprendendo

Para quem quer ir direto à fonte, recomendo que aproveitem a excelente plataforma de ensino online Coursera e façam o curso:

Learning How to Learn: Powerful mental tools to help you master tough subjects

Eu estou participando da atual edição e tenho achado bem divertido e interessante!

Outra alternativa é ler o livro:

A Mind For Numbers: How to Excel at Math and Science (Even If You Flunked Algebra)

Barbara Oakley

A autora é a professora responsável pelo curso no Coursera, em termos de conteúdo curso e livro são quase substitutos!

Se o seu interesse for ir um pouco mais além e compreender de maneira mais profunda os efeitos da neurociência sobre a teoria de tomada de decisão, sugiro uma aproximação às teorias desenvolvidas por Kahneman e Tversky, e sintetizadas para o grande público no livro Rápido e Devagar: duas formas de pensar (Kahneman, 2012). Esse livro fez parte de uma atividade didática com uma turma de Finanças, em que os alunos produziram resumos publicados aqui e apresentados em sala de aula:

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 1

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 2

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 3

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 4 (Faltou essa parte!)

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 5

É isso!

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