Qual é o seu estilo de aprendiz?

 

Pensar sobre esse tema e  tentar responder a essa pergunta é sempre bastante útil, já que a vida é um aprendizado constante,  mais útil  ainda quando as provas intermediárias estão para começar e o tempo parece não ser suficiente para se preparar bem (não parece, mas é – veja este post sobre método de estudo).

Há estudantes que aprendem melhor de forma sequencial, indo do particular para o geral, já outros compreendem melhor um tema quando têm uma visão mais global sobre ele, e depois exploram os detalhes particulares; também há diferenças entre a apreensão de conteúdos visualmente, associada a memórias visuais, e para estes estudantes, mapas conceituais, diagramas, fluxogramas, etc, ajudam muito no seu processo de aprendizagem; outros são mais verbais e aprendem melhor lendo e ouvindo. Uns, mais ativos, outros, reflexivos; ou ainda mais sensitivos, preferindo fatos, métodos bem estabelecidos a possibilidades e formulações matemáticas, por exemplos.

Para saber mais sobre os estilos de aprendizagem, consultem a fonte que utilizei nesse breve resumo:

LEARNING STYLES AND STRATEGIES dos professores Felder e Soloman, que produziram um indicador de estilo de aprendizagem a partir de um questionário com 44 itens, como um teste para classificar seu estilo dentro das quatro dimensões que citei.

Para fazer o teste: http://www.engr.ncsu.edu/learningstyles/ilsweb.html

Reporto aqui as observações que os próprios autores fazem, na página de apresentação do índice:

  1. The ILS results provide an indication of an individual’s learning preferences and an even better indication of the preference profile of a group of students (e.g. a class), but they should not be over-interpreted. If someone does not agree with the ILS assessment of his or her preferences, trust that individual’s judgment over the instrument results.
  2. A student’s learning style profile provides an indication of possible strengths and possible tendencies or habits that might lead to difficulty in academic settings. The profile does not reflect a student’s suitability or unsuitability for a particular subject, discipline, or profession. Labeling students in this way is at best misleading, and can be destructive if the student uses the label as justification for a major shift in curriculum or career goals. (A learning style preference also does not serve as an excuse for a bad grade on the student’s last physics test.)

Mas garanto que é, no mínimo, divertido!!

Eis aqui o meu resultado:

Learning Styles Scales – Roseli

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Grupo F – Taxas de juros e desemprego na Zona do Euro

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“Taxa de Juros Básica da Zona do Euro

  Um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central Europeu na política monetária é taxa de juros, a qual também é conhecida como juros referenciais ou taxa de refinanciamento. Essa é a taxa que os bancos europeus devem pagar quando tomam dinheiro emprestado do BCE.

  Com uma mudança na taxa básica de juros, o BCE interfere indiretamente nas taxas aplicadas pelos bancos em operações como empréstimos, hipotecas e transações bancárias.

 Conjuntura :

Como podemos observar o BCE mantém a taxa de juros a níveis baixíssimos, atualmente em 0,05%. Essa medida visa impulsionar o crescimento e evitar a deflação, dado que a economia em questão entrou e um processo de deflação nos primeiros meses de 2015.

F - gráfico taxa de juros

Fonte : http://beforeitsnews.com

http://www.ecb.europa.eu/stats/monetary/rates/html/index.en.html

 

Desemprego na zona do euro

 No início dos anos 2000, o desemprego por volta dos 8% tinha a tendência baixa na zona do euro e mesmo com um leve aumento até 2004 com 9,1%,  apresentou uma queda pra 7,6% em 2008. Com a vinda da crise e os cortes nos gastos, o desemprego disparou em alguns países fazendo com que essa taxa ultrapassasse os 10%.

 A taxa de desemprego na zona do euro seguiu mais ou menos a mesma tendência na taxa da União Europeia. No entanto, entre 2000 e início de 2004, a taxa de desemprego na zona do euro ficou abaixo do registrado na UE. Esse padrão foi posteriormente revertido como, entre 2005 e início de 2008, o desemprego diminuiu mais rapidamente nos Estados-Membros que ainda não têm o euro. Tal como na UE, durante a crise econômica o desemprego aumentou a um ritmo considerável, com exceção do período entre meados de 2010 e meados de 2011, onde ele se recusou temporariamente. O nível de desemprego atingiu um pico de 19,2 milhões no segundo trimestre de 2013, antes de descer na segunda parte do ano.

F - desemprego zona do euro

 Fontes:

 http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/Unemployment_statistics

http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do

http://sdw.ecb.europa.eu/quickview.do?SERIES_KEY=132.STS.M.I7.S.UNEH.RTT000.4.000

Grupo L – Produto e Inflação na Zona do Euro

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Produto Interno Bruto (PIB)  

      O PIB é a totalidade da riqueza gerada por um país ou região em um intervalo de tempo. A sua mensuração poder ser feitas sob três óticas: a ótica da despesa, a ótica da oferta e a ótica do rendimento. Na ótica da despesa, o valor do PIB é calculado a partir das despesas efetuadas pelos diversos agentes econômicos em bens e serviços para utilização final, e corresponderá à despesa interna, que inclui a despesa das famílias e do Estado em bens de consumo e a despesa das empresas em investimentos. Na ótica da oferta, o valor do PIB é calculado a partir do valor gerado em cada uma das empresas que operam na economia. Já na ótica do rendimento, o valor do PIB é calculado a partir dos rendimentos de fatores produtivos distribuídos pelas empresas, ou seja, a soma dos rendimentos do fator trabalho com os rendimentos de outros fatores produtivos.

A evolução do PIB
    A economia do Euro apresentou um crescimento significativo entre os anos de 2005 a 2007, devido ao aumento de consumo privado, aumento de formação bruta de capital e o aumento de exportações. Contudo, devido ao temor de contágio da crise dos sub-primes dos EUA, esse aumento que se mantinha, foi retido em razão do decaimento das expectativas sobre o crescimento da economia do euro.

L 1 PIB real zona do euroNo ano de 2008, percebe-se um crescimento debilitado de aproximadamente 0,8%. Nota-se uma queda generalizada no setor de exportação, acompanhada dos setores de consumo e investimento.
Devido à queda dos componentes do PIB, no ano de 2009, a taxa de crescimento tornou-se negativa, apresentando uma retração de 4% do PIB. O principal motivo foi à crise financeira que afetou as expectativas no mercado de trabalho atingindo diretamente a demanda agregada, sob redução de consumo e aumento de poupança.

http://www.valor.com.br/arquivo/603269/bce-preve-contracao-economica-na-eurozona-em-2009

  Em 2010, nota-se aumento do PIB na ordem de 1,9% ocasionado pela elevação da demanda externa aliado a uma política fiscal expansionista. Unido a isso, houve uma recatada recuperação de consumo e investimento.
  A atividade econômica na Zona do Euro apresentou uma estabilidade entre 2012 e 2013, sendo pela melhora das expectativas dos empresários e dos consumidores.

L 2 Taxa de Crescimento Euro
O investimento foi beneficiado pela diminuição da incerteza, mas permaneceu baixo devido à pequena taxa de utilização produtiva e a demanda futura. O gasto público foi reduzido para uma consolidação fiscal. A perspectiva para os próximos anos é um crescimento relativamente baixo.

Inflação
A inflação pode ser conceituada como um aumento contínuo e generalizado no nível geral de preços. Ou seja, os movimentos inflacionários representam elevações em     todos os bens produzidos pela economia e não meramente o aumento de um determinado preço.

Evolução da inflação:
    Sobre a inflação, pode-se perceber que ela permanece praticamente estável no patamar de 2% a 3%, durante os anos de 2000 a 2007, o que condiz com uma inflação decorrente do crescimento do produto durante o mesmo produto. A partir no 4º semestre de 2007, nota-se uma elevação no preço de alimentos e de produtos energéticos, dois itens que tem grande incumbência no cálculo da inflação, fato o qual continuou em 2008 fazendo a inflação ter o maior nível histórico, atingindo 4%.
    A partir de 2009 o preço do petróleo e de outras matérias primas reverteu-se fortemente em comparação ao ano anterior, aliviando a pressão inflacionária.

L 3 Inflação euro
 Durante os anos de 2011 e 2012, a inflação volta a níveis médios devido ao aumento do preço do petróleo, semelhante ao ano de 2008. Porém, no ano de 2013 a inflação abaixou devido à diminuição dos preços da produção industrial e queda dos preços de matérias-primas petrolíferas e não petrolíferas. E permanece com tendências baixas.

Bibliografia: http://www.ecb.europa.eu/pub/annual/html/index.en.html “.

 

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Grupo K: Inflação e Taxas de Juros nos EUA

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Inflação e taxa de juros são duas variáveis de grande importância no escopo de atuação dos economistas.

A taxa de inflação

A inflação é uma elevação sustentada do nível geral de preços da economia conhecido como nível de preços. Ela é medida com base em índices que ponderam os bens e serviços mais importantes para a população e medem o crescimento desses preços. Se todos os preços (bens, serviços, salários, lucros etc.) aumentassem uniformemente, não haveria problemas. O problema é que a inflação mexe nos preços relativos, e assim quando a inflação é superior ao aumento de salários, por exemplo, há perda do poder de compra da população assalariada. A inflação pode ter uma causa monetária (impressão de dinheiro pelo governo), pode ter causas psicológicas (agentes ajustam o preço porque acham que aumentaram no futuro) e pode ter uma causa real (um desajuste entre a oferta e a demanda por bens e serviços).

Deflator do PIB e Índice de Preços ao Consumidor

Duas medidas são geralmente utilizadas como índices de preços: o deflator do PIB e o índice de preços ao consumidor. Apesar de não ser tão utilizado como os demais índices, o deflator é provavelmente o mais abrangente, pois seu cálculo utiliza informações indisponíveis aos demais indicadores, como os preços implícitos da administração pública. O cálculo do deflator é dado pela razão entre PIB nominal e PIB real. Já o IPC é calculado com base em uma cesta de bens e serviços consumidos por um grupo específico de habitantes, a inflação é medida pela variação nos preços do conjunto fixo de bens dessa cesta a cada período.

No contexto americano, podemos notar um nível de inflação razoavelmente estável ao longo das duas últimas décadas com algumas quedas em períodos de recessão como em 2001 e 2008-09. O IPC apresenta uma maior volatilidade em decorrência de sua metodologia de cálculo, evidenciando a sensibilidade das famílias em relação ao consumo nos períodos de crise.

K - IMAGEM 1

K - IMAGEM 2

Como inflação e taxas de juros se relacionam?

A taxa de juros é um instrumento utilizado para regular o nível de atividade econômica. Por exemplo, se há interesse em expandir o nível de atividade econômica a taxa de juros é reduzida. Ao contrário, se há um superaquecimento da atividade os juros são aumentados, para que o custo dos investimentos tornem-se mais elevados desencorajando projetos de investimento. Aumento dos juros tende a reduzir o ritmo de elevação dos preços, reduzindo a taxa de inflação.

A Taxa de Juros Americana

A taxa de juros americana (Federal Funds Rate) é determinada pelo mercado e influenciada pelo banco central americano (Fed) através de operações de open market, repondo ou retirando fundos ao volume disponível no mercado. Este procura alinhar a Federal Funds Rate efetiva com a taxa de juros pretendida. Esta taxa serve de referência para a economia americana sendo usada nos empréstimos feitos entre bancos e também nas aplicações feitas por estas instituições em títulos públicos federais. E sua alteração tem efeito sobre o valor das taxas para diversos produtos como hipotecas, empréstimos, juros de poupança entre outros.

Desde o final de 2008 o Federal Open Market Committee (FOMC), que equivale ao COPOM, tem estabelecido como alvo uma taxa de juros próxima a zero visando estimular a atividade econômica e a geração de empregos.

K - IMAGEM 3

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Análise da Conjuntura

Após a crise mundial o Fed manteve a taxa de juros próxima a zero afim de estimular o crescimento da atividade econômica. Em 2014 o país cresceu 2,4%, o que mostra uma tendência de recuperação aliado a queda na taxa de desemprego. A economia americana mostra tendência de crescimento mais moderado. A inflação também mantém-se baixa, o que estimula o consumo, e com aumento da criação de empregos pode haver um superaquecimento da economia, levando o Fed a aumentar a taxa de juros para trazer a economia ao equilíbrio, aumentando o nível de atratividade dos investimentos financeiros nos Estados Unidos.

O link a seguir ilustra os fatos apresentados: http://goo.gl/NDvPE2 

 

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Grupo B: Produção e emprego nos EUA

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“Analisando o cenário estadunidense através da lente macroeconômica, evidenciaremos a aplicação dos conceitos de PIB e EMPREGO por meio de definições e de notícias, as quais seguem abaixo.

Produção dos EUA:

O produto interno bruto é um indicador que mede a atividade econômica do país. Avaliar o PIB consiste em mensurar todo fluxo do nível de produção da Economia.

A imagem 1 descreve os valores do PIB e de seus componentes de 2000 a 2013, o que permite avaliar o impacto de cada um para a formação da produção dos EUA.

B imagem 1

O gráfico 1 representa o crescimento do PIB real no acumulado de 1996 a 2005 e dos anos de 2006 a 2013.

B grafico 1

Um indicador derivado do produto interno bruto é o PIB per capita, formado pela divisão do PIB pelo número total de habitantes do país, o que mensura o bem-estar.Com a comparação dos resultados podemos dizer que a população piorou seu nível de bem-estar ou melhorou. Há também a diferenciação entre o PIB nominal e o real. PIB nominal é calculado a preços correntes, ou seja, considera os valores do ano em que o produto for produzido e comercializado; já o PIB real exclui os efeitos da inflação.

Aplicando o conceito: É recorrente a afirmação de que o PIB dos países é subestimado, essa é uma consequência dos problemas de mensuração do indicador. Entre esses problemas, pode-se apontar a economia informal, representada principalmente por atividades ilegais, das quais não se tem informação completa para determinar o valor produzido. Isso faz com que países como a Itália e a Holanda que incorporaram atividades ilegais no cálculo do PIB pareçam ter um fluxo maior de produtos e serviços disponíveis do que outras economias, como a dos EUA, que não incluíram a chamada economia subterrânea. Entretanto, uma das mudanças que os EUA recentemente adotaram na mensuração do PIB pode ser capaz de superestimá-lo. Gastos em pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, compõem os investimentos e podem gerar rendas futuras, mas são de difícil mensuração, pois não se sabe ao certo qual será seu rendimento. Em 2008, os EUA passaram a incluir tais atividades inovadoras de pesquisa e desenvolvimento e também de criação de arte (filmes, livros, música e programas de TV) no cálculo de PIB, o que torna difícil a comparação com outros países.

A notícia a seguir representa uma decisão do governo dos EUA em adotar acordos comerciais para aumentar as exportações e, assim, aumentar a produção do país, uma alternativa às políticas tributárias e de gastos públicos e também uma maneira de reduzir o peso do consumo doméstico para o indicador, visando a estimular a economia de todos os países envolvidos: http://goo.gl/IWS8OY

Emprego nos EUA

A taxa de desemprego representa a proporção de pessoas capazes de exercer uma profissão e que procuram um emprego remunerado, mas que, por diversas razões, não entram no mercado de trabalho.

A imagem 2 descreve a população dos EUA, a força de trabalho e as taxas de participação na força de trabalho e desemprego, o que permite analisar o desempenho do mercado de trabalho no país.

B imagem 2

Aplicando o conceito: O cenário atual dos EUA demonstra queda na taxa de desemprego, auxiliada pela coincidente queda na taxa de participação da força de trabalho, o que pode representar uma subestimação do enfraquecimento econômico pela taxa de desemprego. Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, afirmou que para avaliar a recuperação do mercado de trabalho, ela consideraria mais do que a taxa de desemprego. O tamanho da força de trabalho é uma chave determinante do quão rápido a economia pode crescer, visto que o seu potencial é dado pelo uso de todo o capital e trabalho disponível.

A notícia abaixo ilustra a situação retratada abordando a queda na taxa de participação na força de trabalho e seus motivos: http://goo.gl/xAgBC7

A notícia que segue abaixo, veiculada pelo jornal VALOR ECONÔMICO, evidencia diversos tópicos da análise macro, relacionando-os e ressaltando sua importância para a composição do PIB: http://goo.gl/A6S5mb

 

Atividade Didática Online – Curso Macroeconomia I

Grupo B

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Que tal prestar atenção no seu método de estudo?

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Isso pode resolver todos os seus problemas com “aquele professor que insiste em te reprovar”!! ;-)

Para os estudantes interessados em aprender (e quando isso acontece, naturalmente vc é aprovado em seus exames acadêmicos!) prestar atenção em como você estuda pode poupar muito tempo e esforços, além de propiciar melhores resultados gerais – inclusive elevando aquela medida que tanto te interessa, a nota!

Em um post anterior, tratei do assunto com foco em disciplinas quantitativas aplicadas à economia (veja aqui), mas as dicas que quero deixar agora são gerais, baseiam-se nos avanços da neurociência que desvendam alguns mecanismos de funcionamento do cérebro e ajudam, e muito, a estudar e aprender de forma eficiente. Elas foram sintetizadas com muito bom humor nesses quadrinhos:

Uma longa noite aprendendo

Para quem quer ir direto à fonte, recomendo que aproveitem a excelente plataforma de ensino online Coursera e façam o curso:

Learning How to Learn: Powerful mental tools to help you master tough subjects

Eu estou participando da atual edição e tenho achado bem divertido e interessante!

Outra alternativa é ler o livro:

A Mind For Numbers: How to Excel at Math and Science (Even If You Flunked Algebra)

Barbara Oakley

A autora é a professora responsável pelo curso no Coursera, em termos de conteúdo curso e livro são quase substitutos!

Se o seu interesse for ir um pouco mais além e compreender de maneira mais profunda os efeitos da neurociência sobre a teoria de tomada de decisão, sugiro uma aproximação às teorias desenvolvidas por Kahneman e Tversky, e sintetizadas para o grande público no livro Rápido e Devagar: duas formas de pensar (Kahneman, 2012). Esse livro fez parte de uma atividade didática com uma turma de Finanças, em que os alunos produziram resumos publicados aqui e apresentados em sala de aula:

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 1

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 2

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 3

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 4 (Faltou essa parte!)

Rápido e Devagar – Atividade de Finanças Parte 5

É isso!

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Passeio aleatório pelos números de 2014 – que venha 2015!!

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2014 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 34.000 vezes em Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 13 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

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