Política fiscal: gastos públicos no Brasil em grandes números

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“Os resultados da política fiscal podem ser avaliados sob diferentes ângulos, que podem focar na mensuração da qualidade do gasto público bem como identificar os impactos da política fiscal no bem-estar dos cidadãos.

Dizemos que o Governo obtém superávit fiscal quando as receitas excedem as despesas em dado período; por outro lado, há déficit quando as receitas são menores do que as despesas.

No Brasil, a política fiscal é conduzida com alto grau de responsabilidade fiscal. O uso equilibrado dos recursos públicos visa a redução gradual da dívida líquida como percentual do PIB, de forma a contribuir com a estabilidade, o crescimento e o desenvolvimento econômico do país.

Medidas destinadas a controlar o gasto público, a tributação, o crédito e outras de natureza regulatória que afetem o nível de demanda agregada são utilizadas para estimular a atividade econômica em momentos de depressão, ou controlá-la em períodos de aceleração inflacionária.

Nessa tabela está a composição dos Gastos Públicos no Brasil:

10-H Tabela Gastos Públicos

Os gastos públicos do Brasil superam os de países emergentes, e de menor grau de desenvolvimento economico. Já em relação com o padrão Europeu os gastos público no Brasil são inferiores, mas comparável ao de alguns países de economia avançada.

O Gasto Público no Brasil ajudou o PIB a crescer, mas prejudicou a inflação e a confiança externa no governo.

Abaixo, um gráfico com a porcentagem de gastos trimestal do governo em 2013 e 2014:

10-H Gastos do governo

 

FONTES:

https://www.tesouro.fazenda.gov.br/documents/10180/318974/COR_LIVRO_Avaliacao_da_Qualidade_do_Gasto_Publico_e_Mensuracao_de_Eficienc

http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt_PT/sobre-politica-fiscal

http://g1.globo.com/economia/noticia/2014/11/gasto-publico-ajudou-pib-crescer-mas-prejudicou-inflacao-e-confianca.html

 

AUTORIA: GRUPO H – MACRO I

 

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28 Respostas to “Política fiscal: gastos públicos no Brasil em grandes números”

  1. Bruno Boalin Says:

    “No Brasil, a política fiscal é conduzida com alto grau de responsabilidade fiscal.”
    Assim que li essa frase, não pude parar de pensar no caos político em que nos encontramos devido ao processo de impeachment da presidente Dilma, denunciada por crime de responsabilidade fiscal.
    Fui procurar para entender o que realmente configura esse crime e o que representa, entre eles a pedalada fiscal.
    “A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece parâmetros a serem seguidos relativos ao gasto público brasileiro. As restrições orçamentárias visam preservar a situação fiscal de acordo com seus balanços anuais, com o objetivo de garantir a saúde financeira de estados e municípios, a aplicação de recursos nas esferas adequadas e uma boa herança administrativa para os futuros gestores.”
    http://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt_PT/lei-de-responsabilidade-fiscal
    http://oglobo.globo.com/brasil/pedalada-fiscal-crime-de-responsabilidade-18995936

  2. Ruan Cursino Thomé Says:

    Olá grupo H, parabéns pelo texto. Tenho uma pergunta sobre a primeira imagem: não entendi muito bem o que a tabela queria dizer, seria um ranking dos gastos públicos? a importância deles? vocês poderiam me explicar melhor? Muito obrigado.

    • Luiz Felipe G Inacio Says:

      A proporção sempre me confunde, afinal, em alguns o gráficos mostra-se uma proporção grande do orçamento sendo destinada ao pagamento da dívida, já em outros, essa parcela é relativamente menor. Além disso, as alterações no governo interino não mudaram isso? Nada foi encontrado sobre? Obs.: o primeiro link não está funcionando, poderiam nos enviar o correto? Agradeço desde já

  3. kenneth xavier Says:

    Bom tarde. Os tipos de gastos com maiores percentuais no total para o ano de 2014, que foi o ultimo ano que consegui encontrar atualizado foram. Juros e amortização da divida 42,42%, em segundo lugar são os gastos com a previdência social 20,05%. o terceiro são as transferências a estados e municípios com 9,63%. Esses três gastos somam 72,1% do total dos gastos públicos. Os outros tipos de gastos como educação, saúde e mais 27 tipos de gastos do governo somam 27,9% do total. A quantidade de gastos em juros e amortizações é absurda. Acredito que fica difícil um pais crescer disponibilizando tão pouco para saúde, educação, transporte, cultura e disponibilizando quase 50% do total dos gastos com dividas, que sim devem ser pagas, mas crescer, e melhorar a vida da população em geral fica muito complicado.
    Segue o link no qual mostra todos os outros gastos e o como são pequenos em relação ao total. https://rcndias.files.wordpress.com/2014/10/2.jpg

    • Igor Soares Says:

      É realmente interessante notar a divisão de gastos e seus tipos no brasil. Como bem destacou o Kenneth, os gasto em setores fundamentais representam uma parcela pequena do total, mas apesar de apontar dados interessantes, pode ser que não mostre tudo. Por exemplo, o caso da educação, em um primeiro momento parece que gastamos muito pouco com educação, mas se compararmos o gasto em educação com o que outros país do mundo gastam, notamos que o Brasil é um dos países que mais gastam com educação, entretanto, o retorno dos gastos não são os mesmo – o que fica claro em desempenhos em avaliações como no Pisa. Portanto, além de questionarmos as porcentagens de gastos é fundamental questionarmos a eficiência dos gastos.
      Segue um link em que há a comparação do gasto com educação e o desempenho no Pisa de alguns países no mundo: http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/os-gastos-do-brasil-com-educacao-em-relacao-ao-mundo

      • Ana Laura Bertone Says:

        Confesso que adorei o ponto levantado pelo Igor. É exatamente nisso que temos que focar, em tudo o pesquisarmos e analisarmos: a eficiência de tal atividade, tal medida, tal gasto! Olhando o ranking que o Igor nos forneceu, vi a posição de destaque da Coreia do Sul e fui pesquisar um pouco sobre a educação nesse país: “O país tinha todas as desculpas para não dar certo: era pobre, foi arrasado pela Guerra. Mas foi uma decisão governamental de transformar o país a partir da educação.” A educação na Coreia é exemplar e, o pensamento dos habitantes baseia-se em que “dedicação intensa de longas horas de estudo diariamente seja um caminho infeliz e temporário para o destino feliz e duradouro”. Espero que um dia o Brasil tenha uma educação exemplar, de qualidade, gratuita para todos; em minha opinião, o caminho para um mundo melhor é investir em crianças e jovens, pois eles realmente serão o futuro.

        O link que acessei para entender sobre a educação na Coreia foi: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/o-futuro-das-cidades/2015/noticia/2015/12/saiba-como-educacao-mudou-o-passado-pobre-da-coreia-do-sul-.html

  4. Renato R Lutz Barbosa Says:

    Boa noite grupo, bom trabalho. Como foi visto nesse topico( gastos no governo) e no passado( tributacao do governo), percebe-se que o Brasil nao esta entre os países que tem a maior parte do PIB nas maos do governo, porem, está longe dos que menos tributam. Dentro desse contexto, o que mais incomoda os brasileiros, é a sensacao de que o governo nao corresponde ao tanto que é tributado. Pesquisei um pouco a respeito, e encontrei esse artigo que demonstra um metodo de desemprenho dos gastos do governo: http://www3.tesouro.fazenda.gov.br/Premio_TN/XIIIpremio/qualidade/3qualidadeXIIIPTN/Desempenho_Eficiencia_gasto_Publico.pdf

  5. Anderson Ferreira Says:

    Observando o comentário do kenneth, é alarmante o volume que se gasta com a previdência no Brasil. Sendo que o Brasil é um país de população ainda majoritariamente jovem, o Brasil já gasta cerca de 12% do PIB com despesas previdenciárias, incluindo as aposentadorias dos servidores públicos, que representam cerca de 2% do PIB. O patamar é equivalente ao de Japão e Alemanha, que têm uma participação bem maior de idosos. A despesa com aposentadorias, pensões e assistência ao idoso vai pelo menos dobrar em termos reais nos próximos 20 anos, refletindo os efeitos do envelhecimento da população combinado a regras pouco rigorosas para a concessão dos benefícios. A estimativa é de que esse gasto salte de um patamar de R$ 338 bilhões neste ano para R$ 725 bilhões em 2025 e chegue a ao menos R$ 1 trilhão em 2050, em valores de hoje, sem contar a aposentadoria dos servidores públicos. A tão temida e adiada reforma da previdência é necessária para mantem o sistema de previdência sustentável.
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/10/1695317-sem-reforma-gastos-com-previdencia-vao-a-r-1-trilhao-em-2050.shtml

  6. Gian Luca Wickart Says:

    Dada a atual situacao economica brasileira ,o governo tem buscado cortar despesas para conseguir equilibrar as contas públicas.Pesquisando um pouco mais sobre esse ponto me informei que, expecialistas apontaram como principal caminho para se alcançar esse objetivo a redução das chamadas “despesas discricionárias”, aquelas não obrigatórias e que representam cerca de 10% do orçamento.Levantamento da ONG Contas Abertas, que faz monitoramento dos gastos públicos, identificou cerca de R$ 20 bilhões em despesas não obrigatórias “passíveis de corte”. Segundo a instituição, essas despesas estão em contas de luz, serviços de limpeza, passagens e aluguel de imóveis, entre outras.

  7. Bruna Fontes Says:

    Como já dito anteriormente, é de extrema importância não se ter apenas valores absolutos dos gastos do governo, mas também seus direcionamentos. Dito isso, por muitas vezes é revoltante ver como tem sido gasto o dinheiro público. Vide medidas tomadas pelo governo hodiernamente.
    Enquanto adota medidas para diminuir a verba de educação e saúde – esta última podendo sofrer um corte que reduziria seus valores para quase a metade

    https://www.brasildefato.com.br/2016/06/02/senado-pode-aprovar-corte-de-ate-rdollar-45-bilhoes-na-saude/
    http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/04/economia/1464992955_507128.html

    Cria cargos públicos e aumenta salários dentre os mais altos – de 33mil para 39mil, pois é “necessário”, não é mesmo? – Medidas essas que custarão quase 60 bilhões aos cofres públicos até 2019.

    http://www.bbc.com/portuguese/brasil-36440227
    http://brasil.elpais.com/brasil/2016/06/04/economia/1464992955_507128.html

  8. Laura Figueiredo Ribeiro Lima Says:

    Acabo de ler uma notícia que envolve gastos públicos,uma notícia sobre o reajuste dos salários dos servidores proposto por Temer. Nessa notícia Alexandre Motta, ex-diretor da Escola de Administração Fazendária, do Ministério da Fazenda,faz a seguinte colocação:”(..) Motta ressalta que o “efeito multiplicador” do reajuste do teto salarial dos servidores federais é limitado e insuficiente para ajudar na retomada do crescimento econômico. “Quando uma pessoa que ganha muito recebe um aumento, esse adicional não irriga em nada o consumo, ainda mais em tempos de crise. O que multiplica consumo em país em desenvolvimento é educação, emprego, renda”.
    E’ interessante notar o aspecto da “eficiência” dos gastos públicos e como “ß” da lei da propensão marginal a consumir é importante e nesse caso é impossível não tentar fazer um paralelo com o aprendido em sala de aula sobre o tamanho do ß em países mais pobres ( ß ” grande” e maior facilidade de crescimento econômico ) e em países mais ricos (ß pequeno e menor facilidade de crescimento econômico), porque esses já estão em alto padrão de vida enquanto aqueles estão em um” nível de subsitência” então terão um incentivo maior para consumir uma parcela maior da sua renda adicional… então, fazendo um paralelo com essa notícia, aumentando a renda de pessoas que já tem uma renda alta faz com que o impacto final do produto ( que é maior que o impacto inicial, é multiplicado por um fator igual 1/1-ß)fosse menor do que o impacto que teria em aumentar a renda adicional disponível dos mais pobres,””que tem um ß maior”””, o que faria com que o impacto final no produto fosse maior.

    ( Realmente não sei se essas ” conclusões” e esse “paralelo” está correto, mas estou quase certa de que mais importante que o volume dos gastos públicos é a alocação destes).

  9. Denise Severo Says:

    Temer assumiu o governo com um discurso de cortar gastos, controlar a dívida pública e diminuir o déficit primário do país. Apesar de medidas como a redução de ministérios e o anúncio de um teto para os gastos público, o que se tem visto desde então, principalmente na última semana, foi a aprovação de uma série de medidas que ampliam gastos públicos e o rombo fiscal.
    Na revisão do Orçamento, o governo passou a prever mais despesas que as estimadas por Dilma. Além de liberar R$ 21,2 bilhões em gastos que estavam bloqueados, há a previsão de gastos adicionais de R$ 9 bilhões com pagamento de despesas atrasadas do PAC, de R$ 3,5 bilhões com despesas do Ministério da Defesa e outras e de R$ 3 bilhões para a saúde.
    Há ainda a previsão um rombo de R$ 19,9 bilhões devido à renegociação da dívida dos estados, valor que já inclui a arrecadação prevista pela repatriação de ativos mantidos por brasileiros no exterior e não declarados à Receita Federal. Somados, eles ampliam o gasto federal em mais de R$ 56 bilhões.
    http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/06/veja-medidas-de-corte-e-acoes-que-elevam-gastos-do-governo-temer.html

  10. Ana Carolina Rosatelli Andrade Says:

    A tabela apresentada me chamou a atenção em um aspecto: por que o poder legislativo brasileiro demanda tantos recursos financeiros? Pesquisando um pouco, encontrei esse artigo, que aponta a exorbitância dos gastos com salários de parlamentares membros do congresso: http://www.revistaforum.com.br/brasilvivo/2013/05/30/custo-da-atividade-parlamentar-no-brasil-ultrapassa-r-20-bilhoesano/.
    Apesar de saber a importância do poder legislativo pra manter a ordem no país, confesso que acho um absurdo este setor deter tamanha porcentagem dos recursos do governo.
    Sobre o nítido aumento dos gastos públicos entre o segundo e o terceiro trimestre de 2014, encontrei essa notícia:
    http://exame2.com.br/mobile/economia/noticias/brasil-tera-3a-maior-alta-de-gastos-publicos-do-g-20.
    Aparentemente, tal aumento foi algo incomum no cenário político e econômico brasileiro. Me pergunto quais setores exatamente foram responsáveis por isto.

  11. Caio Borges Donegá Says:

    Interessante perceber que mesmo com os gastos públicos no patamar que estão a economia brasileira não tem força para reagir. Além disso, como já dito anteriormente, os gastos públicos não são revertidos naquilo que realmente precisamos, saúde e educação, fazendo com que a população não tenha quase benefício nenhum com esse gigantesco gasto existente no país. Com isso, acho que um alto patamar de gastos não vêm desenvolvendo a economia como esperado e que também o problema mais alarmante que nós temos que lidar é a forma com que esses gastos são revertidos para a população.

  12. Felipe Alvarez Rezende Says:

    Estamos hoje vivendo um período de recessão profunda no país, de forma que a arrecadação governamental se torna menor e, portanto, a dívida começa a crescer e algumas medidas devem ser tomadas, mas quais? O governo Temer anunciou no dia 24 de maio a proposta de uma emenda constitucional para criar um teto para o crescimento dos gastos públicos, além disso tornou proibido a criação de qualquer forma de subsidio, a não ser que os ministérios das respectivas áreas cortem suas demais despesas para compensar o novo gasto. Apesar de ser uma possível forma de conter o crescimento da dívida pública, será ela a mais eficiente? Será que limitar gastos, os quais podem funcionar como uma forma de redistribuir a renda e de garantir serviços básicos a população, é mais eficiente que reestruturar o sistema tributário brasileiro, tantas vezes contestado? Vale a pena refletir.

    • Matheus Moreira Lagoa Says:

      O que se deve pensar em relação aos impostos, não é apenas o valor cobrado, mas sim a forma como esta forma de arrecadação,por parte do governo, volta para a sociedade em forma de investimentos e melhorias, nas mais diversas formas, como apresentado no texto do grupo H. Os impactos da dívida pública são sentidos em todas as áreas, porém, para suprir sua dívida pública, ele acaba emitindo títulos e vendendo-os à quem tem dinheiro, de forma a pagar um alto juros, piorando a divisão de renda e acentuando a desigualdade social… O que pode ser entendido como mais uma consequência negativa da não reestruturação do sistema tributário.

  13. Mateus Zanini F. Pires Says:

    Creio que o maior problema de nossos gestores políticos esteja em encontrar um ponto ótimo para uma alocação eficiente dos recursos públicos sem que haja uma revolta geral por parte da população.

    http://www.auditoriacidada.org.br/blog/2013/06/20/e-por-direitos-auditoria-da-divida-ja-confira-o-grafico-do-orcamento-de-2012/

    Nesse link podemos verificar que alguns pontos como a previdência social que aloca um grande volume dos nossos recursos gera um debate muito complexo para a reformulação de nossa politica fiscal. Por outro lado, vemos o congresso aprovando sem muita discussão um reajuste para o judiciário em plena crise fiscal.

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/06/1777387-com-aval-de-temer-camara-aprova-pauta-bo
    mba-de-r-58-bi-em-reajustes.shtml

  14. Luiz Octávio Vaz Grillo Says:

    Como já discutido anteriormente, uma questão importante que deve ser analisada referente aos gastos do governo, é a eficiência com que esses recursos retornam a população. No caso do Brasil observamos um retorno muito baixo desses recursos, seja por problemas históricos, como a persistência da dívida que acaba consumindo grande parte da arrecadação da União ou até mesmo pela falta de eficiência do Estado em oferecer um retorno para a população.

    http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/06/pelo-5-ano-brasil-e-ultimo-em-ranking-sobre-retorno-dos-impostos.html

  15. Bruno Serpellone Says:

    Uma das medidas pra reduzir os gastos do governo é a redução de gastos não obrigatorios, como conta de energia, agua, aluguel, telefone e limpeza. Mas como a estrutura das contas do governo é engessada isso se torna difícil. O governo Temer fechou alguns ministérios, aumentando a insatisfação social ao seu governo.
    Com a desistência da criação da CPMF taxando grandes fortunas, o governo se vê numa difícil situação de controlar e diminuir os gastos do governo para o Brasil não entrar em déficit orçamentário, que pode levar a uma desconfiança de investimento estrangeiro no Brasil

    http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/09/especialistas-apontam-caminhos-para-governo-reduzir-gasto-publico.html

  16. Monyk BAC Says:

    Pesquisando um pouco sobre o que ocorre em uma economia aberta, ou seja na nossa, temos alguns outros aspectos que serão afetados – as exportações. Com a taxa de juros mais alta, o fluxo líquido de saída de capital será menor, logo teremos uma taxa de câmbio mais valorizada o que afeta as exportações. Com a moeda mais valorizada, teremos um queda nas exportações. O efeito não será tão nulo quanto na economia fechada que estamos estudando, porém o impacto da política fiscal será reduzido.

    Outros aspectos que podem ser refletidos:
    *com os gastos do Governo, este utiliza o marketing por meio de placas para “dizer” para a população que está investindo;
    *com os gastos do Governo, mais mãos são “usadas” para efetivar o gasto;
    *com os gastos do Governo, mais empresas são “compradas”, e estas, garantem futuras campanhas políticas;
    *com os gastos do Governo, “representantes” do povo saem na capa do jornal do bairro, quando inaugura uma obra….se esta termina ou não, serão outros “500s”.

  17. Renato T M de Lima Says:

    Com certeza esse é um assunto polemico, principalmente tendo em vista o cenario da política atual. A cada dia que passa, ocorre algo novo, mostrando a instabilidade do governo, o que faz com que a confiança fique abalada. Assuntos como inflaçao, variaçoes na bolsa, estao rodeando as discussoes como nunca nesses ultimos tempos. Cada passo que o governo toma é muito questionado, e quando o assunto é política fiscal, existe muito falatório. A questao é que os gastos do governo tem um peso muito forte nas consequencias sociais, porém parece que nunca foi muito respeitada.

  18. Luis Junqueira Says:

    O gasto público, como já reconhecido no mainstream econômico, ajuda a elevar o PIB, por meio do aumento da demanda agregada e pelo multiplicador keynesiano. A irresponsabilidade de um governo advém do uso excessivo desse artifício visando o crescimento indefinido da produção. O mesmo mainstream reconhece que só se cresce, sustentadamente, o PIB, se a produtividade dos trabalhadores aumentar ao longo do tempo. Acredito que seja esse o grande erro de política fiscal dos governos brasileiros, sobretudo dos últimos anos.


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