PIB, desemprego – Brasil, emergentes e desenvolvidos: desempenhos comparados

.

“Para Keynes, os empresários buscam as melhores previsões possíveis sobre as suas receitas futuras, tanto referente a expectativa dos preços, que o fabricante almeja obter com o produto finalizado, como a expectativa de rendimentos futuros, quando agrega um valor a um produto que irá revender. Essas expectativas podem ser de curto e longo prazo, e são essas expectativas que irão determinar o montante de emprego que a firma irá oferecer. Portanto, a produção, com o seu volume, somente irá determinar e atuar com influência sobre a quantidade de emprego se as expectativas dos empresários mudarem no decorrer do tempo. Logo, o efeito sobre a taxa de desemprego só irá ocorrer “depois de um lapso de tempo considerável”(KEYNES,1985).

Desempenhos comparados: Países desenvolvidos (G7)

Figura 1. Criação do grupo4-C- figura 1

Figura 2. Criação do grupo
4-C- figura 2

De acordo com os gráficos, o PIB teve uma queda significativa entre os anos de 2008-09, decorrente da conjuntura internacional. Percebe-se que todos os países do G7 e os seus complementares que estão na UE, apresentaram um PIB de 3 até quase 6 pontos negativos na queda percentual do PIB.

Em 2009, a Alemanha, uma das maiores economias da UE, teve a sua maior retração, desde o fim da Segunda Guerra. Encolhendo-se em torno de 5% em 2009, muito pela queda de investimentos e exportações(EGELER,BUHRS, 2010). Comparando com o desemprego, segundo Krämer: “Se as empresas na Alemanha produzem 5% a menos, então também alegam precisar de 5% a menos de funcionários, o que implicaria o corte de 2 milhões de empregos. Isso prova o quão problemático é quando a economia retrai 5%”. O número de emprego em 2009 se manteve estável ao ano anterior, o que se reduziu em 2009 foi a jornada de trabalho, reduzindo-se em média de 2,8% as horas trabalhadas(BUHRS, 2010).

No quesito desemprego, o Brasil teve em 2009 praticamente a mesma taxa da média dos países desenvolvidos, percebe-se uma diferença brusca nos anos seguintes, com uma estimativa de maior desemprego para 2016-17, beirando as taxas da Itália e da França.

Desempenhos comparados: Países emergentes e Brasil (BRICS)

Figura 3. Criação do grupo

4-C- figura 3
Figura 4. Criação do grupo
4-C-figura 4

 Os BRICS foram identificados como economias grandes e de crescimento rápido que teriam papéis globais cada vez mais influentes no futuro. Mas a desaceleração econômica que o Brasil está passando se repete em todo o grupo. No Brasil, uma conjugação de fatores internos e externos que determinaram o baixo dinamismo da economia no período recente.

Já a Rússia é criticada por ter um ambiente de negócios difícil, devido à burocracia e incertezas sobre o sistema legal. Jim O’Neill (responsável pelo termo “BRICS”) afirma que o país precisa de normas confiáveis de direito empresarial. Mesmo assim a Rússia apresenta taxas de desemprego abaixo do Brasil.

China é possivelmente a mais preocupante para o resto do mundo. O país tem registrado taxas extraordinárias de crescimento econômico há muito tempo e taxas de desemprego muito baixas, podendo representar que sua economia está muito aquecida.

A Índia aparentemente é o que está causando menos ansiedade nos mercados. O crescimento ganhou força nos últimos anos. Pode ser considerado como resultado de reformas e política macroeconômica voltada ao crescimento (aliada à geração de empregos). Junto com a China, a Índia apresentou crescimento do PIB com desemprego em torno de 4% nos últimos anos.

O desempenho da África do Sul em termos de crescimento e de redução do desemprego tem estado muito abaixo da China e da Índia. As razões para o elevado desemprego estão associadas a baixa demanda internacional por commodities e à fragilidade do setor manufatureiro voltado para as exportações, que tem vivenciado uma redução de lucratividade, fator que compromete a geração de empregos e o estímulo ao crescimento.

FIGURA 5 4-C- figura 5

O gráfico acima relaciona o desempenho do PIB e o desemprego no Brasil. Para o período de 2014 em diante a relação se tornou inversamente proporcional, com a queda do PIB e o aumento do desemprego. Percebe-se que a queda do PIB de 2013-14, influenciou levemente o mercado de trabalho, gerando até uma diminuição do desemprego. 

Fontes:

KEYNES,John Maynard; A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda; Ed.Nova Cultural;1985; São Paulo

http://www.dw.com/pt/brasil-pressiona-resultado-global-negativo-diz-fmi/a-19182298 http://www.dw.com/pt/alemanha-passou-pela-pior-recessão-desde-o-pós-guerra/a-5124646 http://www.dw.com/pt/ue-lutará-com-alto-endividamento-nos-próximos-anos/a-4296360

http://www.dw.com/pt/comissão-europeia-anuncia-más-perspectivas-conjunturais-na-zona-do-euro/a-4227300

Http://www.imf.org/external/pubs/ft/weo/2016/01/weodata/index.aspx

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2014/11/141130_brics_atualiza_lab

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-06182009000300004 http://www.simpoi.fgvsp.br/arquivo/2012/artigos/e2012_t00177_pcn50520.pdf http://epocanegocios.globo.com/Economia/noticia/2016/04/epoca-negocios-brasil-e-pais-lider-em-desemprego-aponta-estudo.html http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2016/04/desemprego-no-brasil-chega-maior-taxa-da-serie-historica-do-ibge.html http://g1.globo.com/economia/noticia/2016/04/desemprego-fica-em-102-no-trimestre-encerrado-em-fevereiro.html

http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&busca=1&idnoticia=3144 http://www.ibge.gov.br/home/disseminacao/destaques/2016_04_20_nota_informativa_pnadc.shtm http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/joao-borges/2016/04/20/VELOCIDADE-DA-PIORA-DO-DESEMPREGO-SOBE-COMO-FOGUETE.htm

http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/economia/2016/04/20/DESEMPREGO-SOBE-PARA-102-NO-TRIMESTRE-ENCERRADO-EM-FEVEREIRO.htm

AUTORES: GRUPO C – Macro I

.

 

 

Anúncios

Emprego e Desemprego – como medimos?

.

“Para podermos definir como calcular a taxa de emprego e desemprego de um país, precisamos antes de algumas definições importantes.

Primeiramente, vamos definir o que é Trabalho:

Trabalho é definido como Ocupação Econômica Remunerada em dinheiro, produtos ou outras formas não monetárias. Ocupação Econômica Não-Remunerada também entra nessa definição, como por exemplo, ajuda a membros de unidades domiciliares, instituições religiosas beneficentes ou cooperativismo.

Precisamos também definir o conceito de População em Idade Ativa (PIA).

População em Idade Ativa são todos aqueles que, em uma determinada faixa etária, estão aptos a exercer uma atividade econômica. Esse grupo é formado pela População Economicamente Ativa (PEA) e População Não-economicamente Ativa (PNEA).

PIA = PEA + PNEA

A PEA é formada pela População Ocupada (PO), que são aqueles que, num determinado período de frequência, trabalham. E pela População Desocupada (PD) que são aqueles que, não trabalham, mas estão dispostos a trabalhar, e para isso, procuram emprego de forma efetiva.

PEA = PO + PD

Em contrapartida, PNEA são todas as pessoas que não estão classificadas nem como População Ocupada nem como População Desocupada, como por exemplo pessoas que não trabalham, mas também não estão à procura de emprego.

Estando esses conceitos bem claros, podemos calcular a TAXA DE DESEMPREGO de uma forma bem simples, através da função:

Taxa de Desemprego = (PD/PEA)*100

Onde:

PD = População Desocupada

PEA = População Economicamente Ativa

No Brasil quem é responsável pela coleta de dados sobre a taxa de desemprego é o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), que, desde 1980 (com revisão em 2001 a fim de se adequar as recomendações da Organização Internacional do Trabalho), realiza a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) nas regiões Metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, a fim de produzir indicadores mensais sobre a força de trabalho, podendo assim avaliar as flutuações e tendências, a médio e longo prazo, do mercado de trabalho, além de atender as necessidades importantes para o planejamento socioeconômico do país. As informações tiradas dessa pesquisa abrangem também condições importantes referentes as condições de atividade, além do rendimento médio e real, posição na ocupação e posse de carteira de trabalho assinada.

Junto com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) o IBGE está implementando a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Continua (Pnad), onde, diferente da primeira, a segunda é realizada em mais de 3.500 domicílios. Outra diferença são os conceitos utilizados, já que o PME considera que acima de 10 anos a pessoa pertence a faixa de População em Idade Ativa, enquanto a Pnad considera apenas acima dos 14 anos. A implementação da Pnad teve por objetivo, pôr fim a uma das maiores deficiências da PME, que era considerar como inativo aquele trabalhador que havia desistido de procurar emprego, mas continuava interessado em voltar ao mercado de trabalho.

 

Dados e informações:

http://www.ibge.gov.br”

Autores: Grupo K – Macro I

.

 

Vai uma derivada aí?

 

Em classe, estamos usando uma estrutura matemática linear para representar o modelo IS-LM. Deixo aqui uma versão, com todas as derivadas de estática comparativa, inclusive para os casos clássico e armadilha da liquidez. Gostaram??? 😉

IS-LM Estaticas Comparativas 1

IS-LM Estaticas Comparativas 2

Assim ninguém vai poder culpar a matemática por um eventual resultado não muito satisfatório na prova… Mas, claro, isso não irá acontecer!!!

 

PS. O post da atividade da semana é o que está abaixo, viu?

.

Grandes Números das Contas Nacionais Recentes

.

“O Sistema de Contas Nacionais surgiu com a tentativa de se investigar o funcionamento dos componentes da economia de forma agregada, suas relações e a lógica do sistema econômico como um todo. Após a situação enfrentada pela economia mundial na década de 1930, depois do colapso de 1929 e o desemprego e recessão dele resultante, o debate econômico passou a dar mais atenção à importância de se medir as transações econômicas de maneira agregada.

2-M-fig0A origem do Sistema de Contas Nacionais remete ao ano de 1947 quando um comitê de especialistas da Liga das Nações liderado pelo economista Richard Stone propôs a sistematização das contas nacionais, em 1953 a ONU publica outro informe com recomendações para a compilação de sistemas de contas nacionais afim de unificar os sistemas de contas utilizados nos países.

O Caso Brasileiro

Nossa estrutura de contas nacionais congrega cinco contas importantes: Conta de Produção, Conta de Apropriação, Conta de Capital (chamada também de Acumulação), Conta do Setor Externo (também chamada de Transações Correntes com o Resto do Mundo) e Conta do Governo. Entre elas, a conta de produção é a mais importante e é por causa dela que as demais existem, na conta de produção é contabilizado o PIB a preços de mercado.

Conta de Produção

2-M-fig1.Conta de Produção A conta de produção apresenta do lado do débito (esquerdo) a remuneração do fator trabalho realizado pelas empresas na forma de salários, juros e aluguéis. Já o lado do crédito (direito) apresenta o que as empresas receberam daqueles que consumiram seus bens e serviços produzidos, representando a despesa bruta que em números é equivalente ao PIB.  Como se percebe do lado do crédito a rubrica “Importações bens/serviços não fatores” está negativa, sendo

C = Consumo Final da Famílias,

G = Consumo Final das APUs

I = FBCF + Variação de Estoques

X = Exportação

-M = Importações

Assim temos, Y = C + I + G + (X-M).

Nos gráficos abaixo podemos analisar a evolução do consumo das famílias, governo e a evolução do PIB

2-M-graf1

 

2-M-graf2

 Conta de Apropriação

2-M-fig2.Conta de ApropriaçãoOs principais agentes desta conta são as famílias (ou indivíduos), são eles que se apropriam e alocam a renda gerada na economia da forma que lhes convém. No quadro 02 podemos ver como se dá a aplicação das remunerações, neste caso elas tomam dois caminhos diferentes como podemos consumo e poupança.

Conta do Setor Externo

É nesta conta que são registradas as transações financeiras de um país com o resto do mundo. Do lado esquerdo (débito) se contabiliza o gasto de não residentes com bens, serviços e ativos adquiridos no nosso país (exportações) e também as rendas recebidas do setor externo. Já do lado do crédito (lado direito) ficam contabilizados os bens, serviços e ativos adquiridos no exterior (importações) como também as rendas de residentes enviadas ao exterior.2-M-fig3.Conta de Transações Correntes

Segue uma breve análise sobre as transações correntes do Brasil com o exterior. Podemos observar pelo gráfico que a partir do ano de 2007 o país vem apresentado um saldo negativo em suas transações correntes. Em 2014 o saldo negativo chega ao maior nível de todos, com déficit de $ 104,2 bilhões.


2-M-graf3

 

Conta de Capital

2-M-fig4.Conta de Acumulação Do lado do débito tem-se a formação bruta de capital fixo (ou investimento bruto) e a variação dos estoques. Na Formação Bruta de Capital Fixo é contabilizado aqueles bens que são utilizados para produzir outros, são em geral máquinas, equipamentos e instalações industrais. Sua análise nos permite avaliar se a capacidade de produção de um país está crescendo ou diminuindo.

 

No gráfico abaixo temos uma evolução recente da FBCF em volume e variação percentual

2-M-graf4

Conta do Governo

 2-M-fig5.Conta Corrente Adm PublicaA conta do governo é muito semelhante à conta de apropriação. Da mesma forma que esta busca mostrar o destino que as famílias dão às rendas que recebem por serem proprietárias dos fatores de produção, a conta do governo procura evidenciar:  qual foi o valor da receita total do governo num determinado período de tempo; e como o governo a alocou.”

 

 

 

Autores: GRUPO M – Macro I

 

.

Principais Escolas do Pensamento Macroeconômico

.

“Análises econômicas existiam já no mercantilismo, com temas como preço, emprego e produto. Porém, foi apenas com a Escola Clássica que a economia se aproximou de aspectos científicos. Assim como uma miríade de outras teorias, como as que serão tratadas nesse texto, a Escola em questão é criada para contrapor visões até então tidas como grandes verdades, no caso, contra as práticas mercantilistas.

  • Clássicos
1-D-AdamSmith

Adam Smith

Como grande expoente dos Clássicos, temos Adam Smith. Suas teorias tinham como ponto central o liberalismo econômico. As maiores críticas, nesse sentido, foram acerca da defesa ao monopólio e protecionismo, bem como às políticas fiscais e monetárias. Os estudos clássicos consideravam que os mercados operavam em concorrência perfeita, com a atuação de agentes racionais, e que, portanto, o livre mercado levaria a uma otimização, alcançada com o equilíbrio. Outro ponto contestado era a determinação da riqueza de um país pelo acúmulo de seus metais preciosos. Uma nova concepção de riqueza contribuiu para o surgimento da Teoria Quantitativa da Moeda, com a qual se determinaria, no longo prazo, o nível de preços, explicando, portanto, o aumento constante da inflação nos séculos anteriores: causada pelo aumento da quantidade de moeda.

  • Keynesianos
1-D- keynes

John M. Keynes

A escola keynesiana surgiu com a publicação do livro “Teoria Geral do Emprego, Juros e Moeda”, 1936, de John Maynard Keynes. Tal obra foi publicada em contraposição ao pensamento clássico, que falhou em explicar e gerenciar a Crise de 29. Um dos fundamentos keynesianos é de que o ciclo econômico não é completamente racional e autorregulador, como defendiam os clássicos; também é muito determinado pelo “espírito animal” dos agentes econômicos, um comportamento irracional que move a vontade de produzir, investir e consumir, independentemente das instabilidades da economia.

Keynes representou uma quebra com o “laissez-faire” clássico. As visões inovadoras e inúmeras contribuições para o pensamento econômico dessa escola são relevantes até hoje e desempenham um papel importante no processo decisório de políticas econômicas.

  • Novo Clássicos
1-D-RobertELucas

Robert Lucas

Após um intenso período de expansão conhecido como a Era de ouro do capitalismo (pós Segunda-Guerra), a década de 1970 marcou o fim do ciclo virtuoso para as economias desenvolvidas. E, deparando-se com um quadro de recessão, alguns economistas voltaram a atenção à construção da Nova economia Clássica, oposta à keynesiana e crítica quanto a ortodoxia vigente, moldada a partir de modelos neoclássicos e focada na microeconometria, na racionalidade dos agentes e suas expectativas. Um dos maiores expoentes dessa construção é Robert E. Lucas Jr, reconhecido como fundador da escola Novo Clássica. Em 1995, foi-lhe concedido o Nobel de Economia pelos seus estudos relacionados, principalmente, à macroeconomia de curto prazo. Com isso, a possibilidade de se modelar um fenômeno aparentemente imprevisível, os ciclos, não apenas constituiu um avanço metodológico, mas também, um maior grau de similaridade entre as teorias micro e macroeconômica.      

  • Novo Keynesianos
1-D-GeorgeAkerlof

George Akerlof

1-D-Joseph stiglitz

Joseph Stiglitz

Esses economistas compartilham da adoção de uma racionalidade do consumidor, mas sabem também da influência das imperfeições no mercado. Defendem a ideia da existência de rigidez de preços e salários, explicando-a em relação ao “custo de menu”, o qual influencia nas determinações do lucro. Esse custo pode levar a flutuações econômicas, quando considerado o comportamento dos consumidores, os quais não conseguem determinar sua programação financeira livremente. Essa é a ideia da assimetria de informações, que garantiu o Nobel de economia a George Arthur Akerlof e Joseph Stiglitz, ambos Novo Keynesianos.

Apesar da rigidez, os preços e salários oscilam em torno do equilíbrio no curto prazo. Esse é um movimento lento, que se estabilizaria no longo prazo, no qual os mercados se equilibram, a curva de oferta agregada é inelástica e o desemprego involuntário, inexistente.

Fontes de pesquisa:

  • Sites e artigos:

http://www.ie.ufrj.br/moeda/pdfs/keynes_e_os_novos_keynesianos.pdf

https://www.maynardkeynes.org/

http://www.thinkfn.com/wikibolsa/Escola_Keynesiana

http://www.anpec.org.br/revista/aprovados/Classica.pdf

  • Bibliografia:

Escolas da Macroeconomia – Conselho Regional de Economia 1ª Região/RJ – Corecon-RJ

Macroeconomia (4ª edição) – Olivier Blanchard

“Equilíbrio de Ciclos”, Matheus A. de Magalhães, Revista de economia contemporânea, vol.9, nº3, RJ”

 

Autores: Grupo D – Macro I

 

%d blogueiros gostam disto: