Grupo I – Inflação e Taxa de juros nos RICS

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O RICS é um grupo de países formado por Rússia, Índia, China e África do Sul. Cujos órgãos responsáveis por realizar políticas monetárias são, respectivamente, Central Bank of Russia (CBR), Reserve Bank of India (RBI), People’s Bank of China (PBC) e South African Reserve Bank (SARB). Realizam políticas monetárias alterando a oferta de moeda, visando alterar a taxa de juros, e, assim, manter a inflação sob controle e evitar grandes flutuações do produto da economia. Geralmente, realizam políticas monetárias através de instrumentos como práticas de open market, mudanças nas taxas de redesconto de liquidez, alterações no coeficiente de reservas compulsórias e outros métodos.

Avaliando cada país:

Rússia: Durante a década de 1990, foi dissolvida a URSS, portanto, a Rússia passava por uma transição de uma economia planificada para uma economia de mercado. Essa transição gerou uma instabilidade política no país, que causou a crise financeira russa de 1998. Assim, os altos índices de inflação observados em 2000 e 2001 são, ainda, reflexos dessa crise. As taxas de juros também se mantiveram altas, numa tentativa de reduzir a inflação. A partir de 2002, o país obtém maior estabilidade política, permitindo que seus níveis de inflação caíssem. Hoje, a Rússia enfrenta novamente uma instabilidade política provocada pela crise ucraniana, o país tem sofrido sanções econômicas por parte dos países ocidentais e tem ocorrido grandes desvalorizações do Rublo, o que gera o risco de um aumento da inflação. http://www.dcomercio.com.br/categoria/opiniao/a_desvalorizacao_do_rublo

Índia: Analisando os gráficos, notam-se taxas de juros predominantemente altas, visando controlar a crescente inflação observada, causada pelo elevado crescimento do produto no período. Um dos desafios do RBI hoje é manter a inflação sob controle sem prejudicar o crescimento do país. Em março desse ano o RBI chegou a realizar políticas para diminuir os juros em 0,25%, já que a inflação cresceu menos que o esperado. http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2015/03/indias-monetary-policy

China: Ao analisar a taxa de juros e inflação da China, é importante ressaltar que o país ainda vive um processo de transição de uma economia planificada para uma economia de mercado. Seu mercado financeiro ainda apresenta problemas e sofre uma grande regulamentação por parte do governo. Percebe-se claramente que quando há uma alta da inflação, há um decorrente aumento das taxas de juros para controlá-la. Dentre os países analisados, é o que possui menores taxas de inflação. Porém, o governo Chinês é muitas vezes acusado de manter os preços artificialmente baixos e de ser uma instituição pouco transparente. Devido a isso, seus dados macroeconômicos são considerados pouco confiáveis. http://mundorama.net/2014/09/04/o-setor-financeiro-na-china-por-paulo-duarte/

África do Sul: O SARB, diferentemente dos outros países analisados, adota um regime de metas de inflação. Sendo as políticas monetárias realizadas para mantê-la dentro da meta. Contudo, essas metas de inflação possuem certa flexibilidade, o próprio SARB afirma adotar um regime de metas de inflação flexível. Assim é aceito que ela fique acima da meta num primeiro momento, devido a mudanças na conjuntura macroeconômica, entretanto, o SARB deve estabelecer em quanto tempo a inflação deve voltar para meta e é responsável por atingir esse resultado no tempo determinado.  A partir de 2009, a meta de inflação foi estabelecida entre 3% e 6%. Pode se observar que em alguns anos a meta não foi cumprida. 

I - Inflação RICS

I - Juros Nominal RICS

Destacam-se nos gráficos os impactos da crise de 2008 sobre as taxas de juros dos países componentes do RICS. Eles sofreram menos com a crise quando comparados com os países desenvolvidos. Isso ocorreu, em parte, devido a uma menor sofisticação e maior regulamentação de seus mercados financeiros. Apesar disso, não deixaram de realizar políticas para combater a crise, como exemplo, aumentar a liquidez na economia, causando a queda da taxa de juros observada no gráfico no ano de 2009.

Fontes: http://www.worldbank.org/

              https://www.resbank.co.za/Pages/default.aspx

              http://www.cbr.ru/eng/statistics/?Prtid=idkp_br

              http://www.pbc.gov.cn/publish/english/957/index.html

              https://www.rbi.org.in/

              http://www.ictsd.org/bridges-news/pontes/news/a-rea%C3%A7%C3%A3o-dos-bric-%C3%A0-crise-econ%C3%B4mica

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18 Respostas to “Grupo I – Inflação e Taxa de juros nos RICS”

  1. Arthur Della Vecchia Says:

    Acho interessante comentar a situação da Índia, cuja trajetória de inflação, conforme podemos notar no gráfico, foi ascendente até 2013 e em 2014 teve uma queda significativa, de quase 4 pontos percentuais. Além de questões externas que tiveram influências nesta queda (como a baixa dos preços do petróleo), acho legal enfatizar o compromisso do atual governo em controlar o déficit fiscal e na atração de capital estrangeiro para investimento em infraestrutura. Além disso, foi fundamental a alta da taxa de juros feita pelo RBI no ano passado, a fim de conter a elevada inflação que atingiu os 10%. Comentarei mais a fundo estes tópicos:
    A redução do déficit fiscal é uma das metas de governo do atual primeiro-ministro, sendo fundamental a médio prazo que o governo equilibre suas contas. Aprendemos nas aulas de Macro que quando o governo reduz seu déficit, arrecadando mais do que gastando, o nível de preços tende a cair no curto prazo, devido à queda da demanda agregada e consequente queda dos salários nominais e custos das empresas. A médio prazo, dado que a economia trabalha em um nível de produto abaixo de sua capacidade (o que não quer dizer necessariamente que seja baixo), há o ajuste de expectativas dos agentes que reduzem o nível esperado de preços (mecanismo que é influenciado pela credibilidade das pessoas nas medidas anunciadas pelo governo), as empresas fixam menores salários nominais e reduzem o preço de venda de seus produtos, reduzindo então a inflação da economia. Um resultado importante é que no médio prazo o investimento é estimulado, já que o produto cresce à sua taxa normal e pelo fato de a redução no déficit produzir um efeito de aumento da oferta real de moeda, elevando a demanda por títulos pelos agentes e reduzindo a taxa de juros. O processo que faz com que seja mais atrativo para os empresários investir é essencial para o aumento da produtividade da economia, e este será o próximo tópico a ser tratado.
    Quando há condições propícias que permitem o investimento em infraestrutura, há o aumento da capacidade produtiva que se reflete em uma elevação do produto natural e da oferta agregada da economia, já que a elevação do investimento está associado com o aumento do estoque de capital e então do produto. Quanto maiores as condições econômicas de se produzir mais com menos custos, utilizando mais eficientemente os recursos escassos, menor será a pressão sobre os custos, de modo que o barateamento da produção experimentando pelas empresas devido às melhorias na infraestrutura (sendo logística uma das principais, e justamente um dos maiores problemas enfrentados pelo Brasil) é repassado aos preços de venda, reduzindo assim o nível geral de preços e a inflação. Em outras palavras, um aumento da produtividade faz com que a demanda agregada tenha mais espaço para se expandir sem que isso gere grandes pressões inflacionárias, sendo então benéfico para a economia a médio e longo prazos. Um determinado nível de produto que antes seria superior ao nível natural, agora passaria a ser menor ou igual, mantendo constante a inflação. O esforço do atual governo indiano no investimento e capital físico deve trazer bons frutos no futuro.
    Por fim, o aumento da produtividade dá liberdade ao Banco Central para baixar a taxa de juros, sendo que um dos motivos para isso é justamente o fato de dado um maior nível natural de produto, uma maior expansão da demanda agregada não causaria impactos significativos sobre o nível de preços. Logo, se houver um conjunto de reformas no curto prazo, tais como redução no déficit fiscal e investimento em infraestrutura, as condições para a economia operar ao longo do tempo com inflação e taxa de juros baixas, além de um produto efetivo e natural ascendentes estão dadas. Como disse recentemente Nelson Barbosa (atual Ministro do Planejamento brasileiro) e como sempre diz a professora nas aulas, ”taxa de juros mais baixa não é feita por decreto, ela é construída”: http://www.valor.com.br/brasil/4075924/taxa-de-juro-mais-baixa-nao-e-feita-por-decreto-afirma-barbosa. Um nível potencial de produto mais elevado permite que a demanda agregada trabalhe também em um nível mais elevado, o que torna possível a manutenção de altas taxas de elevação do PIB efetivo por um grande período de tempo.
    Apenas para ilustrar este último tópico, duas notícias:
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/01/1403851-india-eleva-juros-mas-nao-preve-mais-apertos-no-curto-prazo.shtml – mostra a elevação da taxa de juros pelo RBI no começo do ano passado, e
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2014/01/1403851-india-eleva-juros-mas-nao-preve-mais-apertos-no-curto-prazo.shtml – mostra a queda da taxa de juros no começo deste ano dada a melhora das condições econômicas.
    Os fatos falam por si só.

  2. Jenifer Barbosa Says:

    A partir das informações da inflação e taxa de juros no Brasil e nos RICS, podemos identificar semelhanças entre esses países que juntos compõem o grupo denominado BRICS. Como abordado pelo grupo E, o Brasil estabelece metas de inflação controladas pelo Banco Central, e frequentemente obtém inflação acima do centro da meta. O intervalo da meta no Brasil é de 2,5% a 6,5%).Como o grupo I apontou, na África do Sul a meta de inflação foi estabelecida entre 3% e 6%, embora observa-se que em alguns anos a meta também não foi cumprida.
    Os dados trazidos pelos grupos citados sobre a inflação do Brasil e África do Sul indicam que este é um dos grandes desafios dos BRICS. A África do Sul, em 2014, registrou inflação de 5,56%, enquanto o índice no Brasil medido pelo IPCA foi de 6,41%, em ambos os países a inflação estava muito próxima do teto da meta.
    A matéria abaixo é uma entrevista com o criador do termo “BRICS”, Jim O’Neil, realizada em 2010. Desde então, um dos desafios desses países era o controle da inflação.
    http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,grande-desafio-e-controlar-a-inflacao,538441

  3. Diego Domingues Says:

    Interessante notar que os BRICS possuem muitas características em comum e muitas diferentes, despontando as características culturais que interferem fortemente na economia, por exemplo, o Brasil exporta carne in natura, na Índia o consumo de carne é mínimo por razões religiosas. São empecilhos pequenos, mas que podem interferir no comércio entre eles. No trabalho passado dos RICS, comentaram sobre a criação do banco unificado desses países,quem sabe um dia ele não poderá ser utilizado para ajudar no combate à inflação, que é um problema que eles enfrentam ocasionalmente.

    • Gustavo Panobianco Says:

      Muito válido seu comentário, Diego. O nosso trabalho foi o anterior e lá apontamos os principais pontos em comum desses países e, como dito lá, eles se assemelham não por proximidade territorial ou produção econômica parecida, mas sim por terem grande quantidade de recursos minerais disponiveis, grande quantidade de mão-de-obra e em processo de qualificação, produto crescente etc. Essa sua observação acrescenta mais um aspecto em comum entre eles, muito jóia.

  4. Maria Fernanda Tavares Says:

    Pesquisando um pouco mais sobre a China no cenário apresentado pelo grupo, pude analisar que com a maior população do mundo, o país tornou-se rapidamente a segunda maior economia mundial, com taxas de crescimento acima dos 10%. Em 2010, o país crescia cerca de 12% ao ano, mas após isso seu ritmo de crescimento começou a diminuir para 7% e 8%. Isso porque grande parte desse crescimento resultou do intenso processo de transferências dos trabalhadores das atividades menos produtivas como agricultura, para atividades mais produtivas como a indústria. Outro fator seria o inicio da redução do estoque de trabalhadores das áreas rurais, que fariam com que os salários tivessem forte aumento real, elevando o preço do produto chinês e diminuindo a competitividade em bens intensivos em mão de obra. A China pode estar começando a atingir seu ponto de inflexão no que se refere aos ganhos de produtividade. Outro fator que aponta a desaceleração chinesa é o fato de que o menor crescimento econômico mundial reduz os espaços para os aumentos das exportações chinesas.

    Nesse link é possível fazer comparativos entre os anos de 2014 e 2015: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,com-pib-baixo-e-inflacao-alta-brasil-e-a-serie-b-dos-brics,1602732

  5. Giovani Nicoletti Polli Says:

    Parabéns ao grupo pelo trabalho, muito bem resumido a situação de todos os países.

    No caso da África do Sul, o país mais recente de todos os BRICS, ela apresenta uma desigualdade maior em termos de produto economico para com todos os outros membros do grupo. Sendo quatro vezes menor que a Russia (país com menor PIB entre os outros quatro). Muito bem resumido pelo grupo ela ainda sobre para atingir suas metas, apesar de ter umas das menores taxas de juros entre o grupo economico. Porém, na minha visão, a entrada do país no grupo se resume na influencia para comercializar em quatro diferentes continentes e não por destaque individual de sua economia e dos fatores inflação e taxa de juros.

  6. Sofia Tavares Says:

    Falando um pouco mais sobre a Rússia, além de motivos como a desvalorização do Rublo frente ao dólar, os altos níveis de inflação se devem à diminuição dos preços do petróleo.Em janeiro passado, o maior crescimento dos preços foi registrado nos produtos alimentícios (5,3%); a inflação nos outros setores foi, em média, de 3,2%. Com esse panorama, as previsões do governo são de queda de 3% do PIB em 2015.
    http://economia.uol.com.br/noticias/afp/2015/01/31/russia-preve-queda-de-3-no-pib-e-inflacao-de-12.htm

  7. Carolina Gambaroni Says:

    Acho interessante distacarmos a dificuldade da Índia em conter a inflação devido ao crescimento do produto no país. Uma maior produção, leva a um maior emprego, o que leva a uma diminuição do desemprego e da taxa de desemprego. Essa diminuição leva a um maior poder de barganha dos trabalhadores, o que faz com que os mesmo consigam maiores salários nominais, aumentando o custo das empresas, o que aumenta o preço dos produtos, gerando um aumento no nível de preços, como estudado no Blanchard.Assim, o RBI tem tentado conter a inflação através das taxas de juros.

  8. Pedro Buzati Says:

    Como o próprio grupo do trabalho apresentou, os dados de inflação da China são poucos confiáveis, devido ao controle dos órgãos que fazem a medida, mas o país também faz o uso de controle de preços, desta forma controla a inflação mas não permite que o mercado chegue a um produto e preço ótimo.
    Uma coisa muito interessante de ser comentado é sobre o câmbio chinês. O governo controla o valor da moeda desvalorizada para incentivar as exportações, porém com as altíssimas exportações chinesas, inflação dentro do país deveriam crescer proporcionalmente. Porém, o governo chinês incentiva a não entrada do dólares recebidos do exterior, fazendo com que seja investido o capital ao redor do mundo, principalmente na área de engenharia e infraestrutura (como na área logística que o Brasil e China mostrarem interesse em fazer acordos) principalmente em países da África e Ásia. Com a crise do subprime, inclusive, a China comprou várias empresas americanas e europeias quebradas.
    No caso da Rússia a atual crise da Ucrânia gerou uma grande inflação no país, devido ao embargo infringido a ela. A queda do petróleo reduziu a inflação dentro do país, mas não por isto ajudou a situação do país.

  9. Pedro Rossi Says:

    Essa semana havia lido uma notícia no G1 falando sobre a diminuição da taxa de juros da China, pela terceira vez só esse ano, visando estimular a demanda interna, externa, os investimentos e consequentemente seu crescimento que está previsto para 7% nesse ano, a menor taxa dos últimos anos.
    Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/05/china-corta-taxa-de-juros-pela-3-vez-em-6-meses-para-estimular-economia.html(

  10. Fabricio Freitas Alves Says:

    Apesar do costume de aceitar a inflação um pouco acima da meta, o Banco Central da África do Sul está bastante comprometido em garantir que isso não acontecerá este ano. http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2014/01/29/depois-de-india-e-turquia-africa-do-sul-eleva-taxa-de-juros.htm
    Pouco tempo atrás o governo decidiu manter a taxa de juros no mesmo nível . http://www.valor.com.br/financas/3977016/bc-da-africa-do-sul-mantem-taxa-de-juros-basica

  11. Lucca Pizzo Says:

    Ótimo trabalho, resumo muito bom do que acontece nos RICS.
    Importante observar as taxas de juros da África do Sul. Elas ficaram constantes e baixas (se comparados aos outros países) durante todo esse período de 2000 a 2013, fazendo com que os investimentos aumentem e assim, o PIB cresce.
    Achei uma noticia sobre investimento estrangeiro nos BRICS no ano de 2013. Os investimentos triplicaram.
    http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/03/130325_bric_unctad_ac

  12. Victor Haddad Says:

    Achei essa matéria muito interessante no site da GloboNews com um compilado geral de todos os países do BRICS, falando sobre desemprego, população, PIB, IDH, expectativa de vida, inflação, etc.
    http://especial.g1.globo.com/globo-news/BRICS/

  13. Bianca Buzzo Says:

    Encontrei essa reportagem que achei bem interessante, nela há uma análise sobre os países que compõe os BRICS após a crise de 2008, e razões que levam algumas agências a acreditarem na possibilidade de rebaixá-los. Ainda nessa reportagem cita-se que Jim O’Neill, quem definiu esse grupo de emergentes como BRICS, acredita agora num novo grupo de países em crescimento, que seria o Mint, México, Indonésia, Nigéria e Turquia.
    http://oglobo.globo.com/economia/brics-chegam-2014-ameacados-pelo-risco-de-rebaixamento-por-agencias-de-rating-11188294

  14. Lucas HRS Says:

    Muito bom o trabalho. Ao ler o post, lembrei-me de uma notícia que saiu na BBC após a morte de Mandela.Ressaltam-se muitos pontos conquistados após o mesmo vencer as eleições, a exemplo do desemprego, déficit orçamentário entre outros, mas exibe de uma forma clara pontos críticos que tal país ainda sofre.

    http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2013/12/131209_mandela_economia_rp

  15. Isabela Graciliano Says:

    Sobre a índia, encontrei algumas noticias falando sobre a reforma na politica monetária que proposta para os próximos anos: http://goo.gl/gThnR5
    Outra noticia, mostra previsão que a índia passará o PIB da China esse ano: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/fmi-preve-que-india-cresca-7-2-em-2015-acima-da-china


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