Grupo F – Taxas de juros e desemprego na Zona do Euro

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“Taxa de Juros Básica da Zona do Euro

  Um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central Europeu na política monetária é taxa de juros, a qual também é conhecida como juros referenciais ou taxa de refinanciamento. Essa é a taxa que os bancos europeus devem pagar quando tomam dinheiro emprestado do BCE.

  Com uma mudança na taxa básica de juros, o BCE interfere indiretamente nas taxas aplicadas pelos bancos em operações como empréstimos, hipotecas e transações bancárias.

 Conjuntura :

Como podemos observar o BCE mantém a taxa de juros a níveis baixíssimos, atualmente em 0,05%. Essa medida visa impulsionar o crescimento e evitar a deflação, dado que a economia em questão entrou e um processo de deflação nos primeiros meses de 2015.

F - gráfico taxa de juros

Fonte : http://beforeitsnews.com

http://www.ecb.europa.eu/stats/monetary/rates/html/index.en.html

 

Desemprego na zona do euro

 No início dos anos 2000, o desemprego por volta dos 8% tinha a tendência baixa na zona do euro e mesmo com um leve aumento até 2004 com 9,1%,  apresentou uma queda pra 7,6% em 2008. Com a vinda da crise e os cortes nos gastos, o desemprego disparou em alguns países fazendo com que essa taxa ultrapassasse os 10%.

 A taxa de desemprego na zona do euro seguiu mais ou menos a mesma tendência na taxa da União Europeia. No entanto, entre 2000 e início de 2004, a taxa de desemprego na zona do euro ficou abaixo do registrado na UE. Esse padrão foi posteriormente revertido como, entre 2005 e início de 2008, o desemprego diminuiu mais rapidamente nos Estados-Membros que ainda não têm o euro. Tal como na UE, durante a crise econômica o desemprego aumentou a um ritmo considerável, com exceção do período entre meados de 2010 e meados de 2011, onde ele se recusou temporariamente. O nível de desemprego atingiu um pico de 19,2 milhões no segundo trimestre de 2013, antes de descer na segunda parte do ano.

F - desemprego zona do euro

 Fontes:

 http://ec.europa.eu/eurostat/statistics-explained/index.php/Unemployment_statistics

http://appsso.eurostat.ec.europa.eu/nui/submitViewTableAction.do

http://sdw.ecb.europa.eu/quickview.do?SERIES_KEY=132.STS.M.I7.S.UNEH.RTT000.4.000

25 Respostas to “Grupo F – Taxas de juros e desemprego na Zona do Euro”

  1. Pedro Rossi Says:

    A questão da taxa de desemprego na zona do Euro revela bem a disparidade entre os países que apesar de utilizarem a mesma moeda e enfrentarem as mesmas tomadas de decisão do BCE (a mesma inflação por exemplo), apresentam um número incrivelmente diferente. Como no último post, acredito ser interessante chamar a atenção para os países mais afetados na crise de 2008 e que hoje tem números catastróficos quando o assunto é desemprego. Grécia e Espanha por exemplo, em meados de outubro do ano passado tinham respectivamente 25,9% e 24%, distantes da Alemanha por exemplo com 4,9%. (fonte:http://www.valor.com.br/internacional/3797218/zona-do-euro-taxa-de-desemprego-fica-estavel-em-115-em-outubro).

  2. Lucas Negreiros Says:

    Pessoal encontrei uma matéria bem interessante sobre taxa de juros na Europa. Apesar de não citar a UE, vários países mencionados são dela, então acho que é uma reportagem útil: http://www.arenadopavini.com.br/artigos/noticias-do-dia-arena-especial/com-taxas-de-juros-baixas-bancos-europeus-pagam-emprestar-dinheiro

    • Bianca Buzzo Says:

      Lucas, achei interessante a reportagem, que mostra a tentativa dos bancos comercias de encontrar saídas para o caso, que se assemelha a armadilha da liquidez, como citado pelo Arthur num comentário posterior. De qualquer forma, pelo que temos de informação, o resultado dessas políticas ainda não têm sido tão eficazes, o que dificulta o crescimento das economias desses países pós-crise.

  3. Victor Haddad Says:

    O que é possível reparar nos gráficos apresentados pelo grupo é que mesmo com as medidas de baixa dos juros a Europa não consegue retomar totalmente os patamares pré-crise. O PIB, como o grupo anterior mostrou, está crescendo de uma forma lenta e a taxa de desemprego continua muito elevada comparado aos anos anteriores a crise. Será que essa unificação europeia está sendo benéfica para todos os países, ainda mais nessa época de retomada? Por que parece que alguns países estão atrapalhando a recuperação de outros.

    • Fabricio Freitas Alves Says:

      Acredito que alguns países estão atrapalhando a recuperação de outros. Como foi dito nos comentários do post anterior, a União beneficia, principalmente, o comércio, porém trás limitações na política econômica. Como você apontou, mesmo com taxas de juros baixíssimas, as economias em crise não estão conseguindo recuperar o crescimento do PIB. Neste caso acredito que seja um problema com as expectativas para o futuro. No caso da Grécia, por exemplo, não temos boas previsões para o futuro da economia do país, isso desestimula o investimento, mesmo com uma taxa de juros tão baixa. O desemprego do país é alto, portanto as pessoas a propensão marginal a consumir deve diminuir com este tipo de ameaça (acredito), ou seja, menor consumo. Só resta política fiscal expansionista , mas o governo já deve até as cuecas e , vendo a taxa de juros tão baixa, não sei se política monetária realmente seria uma solução pro país.

      Nota: Se alguém tiver qualquer “caminho” para a economia grega, por favor me ilustre. No meu pouco conhecimento sobre teoria macro, não vejo como a Grécia poderia se recuperar.

  4. Thaissa Bollis Says:

    Oi, pessoal!
    O que acho válido ressaltar na matéria apresentada pelo grupo F, é que as várias tentativas do BCE em tentar estimular a economia – como a redução da taxa de juros agora – ainda se mostram pífias e a mesma situação de desemprego ainda se perpetua como realidade na UE.
    A economia da Zona do Euro, como explicitado pelo grupo, vem dando sinais de fraqueza desde dezembro do ano passado, quando a inflação virou deflação e os preços caíram, sinal este de que a economia não está andando. A reação, por fim, do BCE, foi a de mudar a estratégia: injetar dinheiro na economia e ajudar a reduzir taxas de juros, política contrária a que vinha praticando até outrora. A mesma estratégia foi adotada com sucesso pelo Banco Central americano em 2012. Será essa a solução para crise da zona do euro? Por que dois dos maiores bancos do mundo (o FED e o BCE) tomaram iniciativas divergentes em relação as políticas de taxa de juros no início da crise? Bom, encontrei uma matéria não tão recente, mas que vale muito a pena ser lida a respeito do assunto: http://www.terra.com.br/istoe-temp/edicoes/2025/imprime99547.htm

  5. Pedro Venturi Says:

    Pelo que se pode observar na tabela com as taxas de desemprego na zona do euro, desde 2009 o desemprego permanece elevado. Claramente, isso é um reflexo da crise econômica de 2008. Grande parte dos países europeus adotou a austeridade como forma de combate a crise, contudo ela não pode contribuir para aumentar ainda mais o desemprego provocado pela crise? Também acho difícil pensar em como países que possuem um elevado endividamento público podem combater o desemprego e os problemas sociais gerados por ele, já que para isso os governos, geralmente, precisam aumentar seus gastos.

  6. Daniel Wetzel Says:

    Quando o assunto é desemprego na Europa, acho interessante citar o alto endividamento que grande parte dos países europeus vem alimentando a um bom tempo para manter um estado de bem estar social da sua população sem necessariamente produzir o suficiente para isso. Apesar de, no tratado de Maastricht, ter sido estabelecido que a relação endividamento público/PIB não poderia passar de 60%, na Alemanha, maior economia europeia, essa relação chegou a 83,2% em 2010, enquanto a Grécia, com a maior dívida, chegou a 148,6% no mesmo período. Mas o fato de a Alemanha ter uma economia altamente industrializada e muitas reservas internacionais ajudou a lidar com a crise mais facilmente. Mantendo assim, como já citado, uma baixa taxa de desemprego, enquanto outros países da zona do euro sofrem dificuldade de reduzir essa taxa.
    Fonte: http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/contas-publicas/mundo/causas-da-crise-na-europa-o-problema-fiscal-enorme-divida-publica-consequencias-reservas-baixas-o-aumento-das-taxas-de-desemprego-divida-publica-em-relacao-ao-pib.aspx

  7. Rafael Rodrigues Lopes Says:

    Pessoal, encontrei uma notícia interessante sobre a recente queda do desemprego e melhora da Inflação na zona do euro:

    A zona do euro voltou a registrar uma melhora em dois de seus dados econômicos recentemente: o desemprego caiu em fevereiro e a queda de preços cessou em março, mês em que o Banco Central Europeu (BCE) lançou sua operação de compra maciça da dívida. (…)

    http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2015/03/31/internas_economia,477770/boas-noticias-para-a-zona-do-euro-desemprego-cai-e-inflacao-melhora.shtml

  8. Giovani Nicoletti Polli Says:

    O acelerado processo da globalização pode ser o principal motivo do desemprego europeu. Novas tecnologias nos meios de produção estão tomando vagas de mão de obra, e as pessoas estão precisando se especializar cada vez mais para não perder espaço no mercado.
    Além dessa razão, ainda muitos imigrantes vão atrás de emprego nos países europeus, para encontrarem melhores ambientes do que os encontrados em seus países.

    Achei interessante a qualidade de vida e o desenvolvimento dificultarem outros ambientes, fazendo os economistas sempre trabalharem haha.

  9. Sofia Tavares Says:

    É interessante observar que o estímulo à economia feito pelo BCE ( de compra de títulos, flexibilização) terá maior efetividade em países cujas taxas de desemprego forem menores. Como já citado, a Alemanha conta com taxas de desemprego muito baixas em relação ao restante da Europa e isso se deve, em partes, por uma reforma nas normas de trabalho, o que é essencial para uma recuperação prolongada, segundo o presidente do BCE, Mario Draghi.

    Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2015/03/31/divergencia-entre-resultados-economicos-de-zona-do-euro-reforca-pedido-de-aceleracao-de-reformas-feito-pelo-bce.htm

  10. Victória Jorge Says:

    Essa atual instabilidade econômica na Zona do Euro, me fez pensar nos países que optaram por não adotar o euro como moeda, por exemplo o Reino Unido, que teve no último ano um crescimento excelente do PIB e uma redução do desemprego. Devido a grande diferença econômica entre os países do bloco, até que ponto a adoção do euro está trazendo benefícios aos países que possuem maiores dificuldades e mesmo aos que não possuem?

  11. Arthur Della Vecchia Says:

    Interessante observar que apesar das taxas de juros muito baixas, a Zona do Euro não consegue se livrar da deflação. Recentemente o Banco Central Europeu iniciou um processo de compra de títulos, mantendo a taxa de juros a 0,05%. É necessário aguardar para diagnosticar os resultados desta iniciativa, mas caso esta emissão monetária não traga efeitos sobre a produção, devemos considerar mais um caso em que há a armadilha da liquidez descrita por Keynes: situação em que a taxa de juros está em um nível próximo de zero (0,05%) e que devido à diferença quase nula entre os rendimentos da moeda e dos títulos as pessoas retém consigo toda oferta monetária adicional, anulando uma expansão do produto. Talvez ainda este ano apareçam trabalhos e papers mais significativos a respeito deste fenômeno na Zona do Euro.
    Sobre o desemprego, é notável que Grécia, Espanha e Itália destoam de países como a Alemanha no quesito de número de trabalhadores desempregados (como disse o Pedro, acima). Apesar de adotarem a mesma moeda e serem subordinados às decisões do BCE, os países do Euro tem suas peculiaridades culturais que em parte explicam a diferença das taxas de desemprego dentro da União. Um exemplo interessante que eu já citei no trabalho do primeiro grupo é um que o Blanchard dá em seu livro: o da estrutura familiar espanhola. Os jovens deste país costumam morar com os pais até os 20 anos, recebendo auxílio financeiro de seus progenitores, o que para eles é mais vantajoso do que receber um salário pelo seu tempo de trabalho. Este exemplo é apenas um dos vários que explicam a heterogeneidade (em todos os quesitos: social, econômico e cultural) entre os países da Zona do Euro, o que sem dúvida contribui para o bloco não ter se recuperado razoavelmente mesmo 7 anos após a crise de 2008.

  12. Lucas Henrique Ribeiro dos Santos Says:

    Devaneios sobre a desigualdade de renda:

    “É verdade que o caso da Europa não é exatamente o mesmo que o dos Estados Unidos. O movimento We are the 99% [em tradução livre, Somos os 99%, em referência aos 99% dos cidadãos que não estão no topo da pirâmide de renda, criado pelo Occuppy] tem mais sentido nos EUA ou em lugares como Londres, porque neles o peso do setor financeiro e do capital na economia é muito maior. Na Europa, a maior fonte de desigualdade é o desemprego” Piketty
    Os dados de recentes estudos da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) corroboram essa matização. Os países mais golpeados pelo desemprego durante a crise são aqueles em que mais cresceu a desigualdade, principalmente nos 10% dos lares com renda mais baixa. Grécia e Espanha, as economias com maior taxa de desemprego, são os países em que a renda das famílias mais pobres diminuiu com maior virulência.

  13. Maria Fernanda Tavares Says:

    Pelo viés econômico, vemos que a diminuição do desemprego é a primeira desde 2011. Embora seja uma boa surpresa, é considerada modesta, visto que não muda a situação de um mercado de trabalho muito fragilizado. Segundo Jonathan Loynes, chefe economista da Capital Economics, “o crescimento está longe de ser o suficiente para influenciar realmente sobre o número de desempregados, particularmente nos países periféricos, os mais afetados”. Em previsões publicadas em 5 de novembro, a Comissão Europeia considerava que o desemprego começaria a declinar realmente agora neste ano de 2015 na zona do euro, dado que o mercado de trabalho reage com a atraso a retomada do crescimento econômico. E isso tem se mostrado verdade até o momento visto que a taxa de desemprego da zona do euro tem caído como 11,3% em fevereiro, de 11,4% em janeiro neste ano.

  14. Leonardo Veras Says:

    Lendo o post do grupo, lembrei de um texto publicado pela Universidade da Pensilvania, que dá uma panorama da Zona do Euro para 2015….. muito interessante, recomendo!!
    https://www.knowledgeatwharton.com.br/article/europa-em-2015-incerta-desigual-e-imprevisivel/

  15. Diego Domingues Says:

    Gostei do texto do Leonardo, muitas vezes lemos que a culpa da crise europeia são os PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), mas temos que analisar, como já foi comentado, que as grandes potências, como Alemanha, possam ter sim, sua parcela de culpa na crise, como comentado em sala, as políticas de austeridade impostas pelo BCE, com o apoio da Alemanha, podem ter agravado a crise, então devemos não só nos atentar a quem começou a crise, mas sim todas as medidas adotadas durante.

  16. Pedro Marcio Buzati Kasia Says:

    Vamos buscar soluções teóricas para o caso da Europa?
    Tomemos por hipótese que haja um estado onisciente e onipotente.
    Como solucionariamos o caso da Grécia e demais países?
    Primeiramente é difícil dizer que a Europa passa pela armadilha da liquidez, pois esta é um bloco, e não são todos os paises que estão neste caso. Porem, podemos considerar que a Grécia está em uma armadilha de liquidez, além de já estar muito endividada.
    Ou seja, uma politica fiscal seria o mais indicado.
    A politica fiscal deve ser expansionista (indo contra as medidas de austeridade em partes) focando nos gastos do governo. Considerando um governo onipotente, se as olimpíadas voltassem para a Grécia e que fosse o lugar fixo para ocorrer as olimpíadas a cada 4 anos, a confiança no pais melhoraria, pois ele teria certeza de um retorno certo nos investimentos de ibfraestrutura, e um retorno muito maior, pois seriam necessárias somente a manutenção. (Observando que grande parte da renda grega vem do turismo).
    Capital estrangeiro (talvez europeu) poderia entrar no país, para investir na infraestrutura,
    gerando emprego e renda. A vinda de turistas melhoraria o humor dos investidores, que veria como um investimento com retorno fixo.
    Também o pais, deveria tributar os grupos familiares que possuem uma taxa marginal a consumir menor, e fazer transferência às que tivessem taxa marginal a consumir maiores.

  17. Giovanna Gava Says:

    Acho importante observar que, a Zona do Euro fornece uma espécie de “proteção” às economias mais fracas (Portugal e Grécia, por exemplo) pelo fato de que, por elas estarem junto com economias fortes (Alemanha e França) há um apoio econômico que amortece relativamente os choques exógenos que acontecem à essa Zona. Podemos observar essa relação através da crise de 2008, visto que o índice de desemprego, por exemplo, dos países que pertencem a UE mas não pertencem a Zona do Euro, foi relativamente mais alto, mostrando que os impactos foram maiores sobre esses países.

  18. Gustavo Panobianco Says:

    O que me chama atenção é o que o Pedro Rossi disse, as diferentes situações dos países que se encaixam num mesmo bloco. Claro que entendo que países próximos e ligados economicamente não necessariamente apresentam situações iguais. Mas, apesar disso, é póssivel dizer que Espanha, Grécia e Portugal estão “mal das pernas” pq suas economias não são tão sólidas? Quero dizer, dependem muito do turismo, exportação de especiarias etc?

  19. Isabela Graciliano Says:

    Depois da Estónia, em 2011, a Letónia entra na zona euro: são, agora, 18 os países que utilizam a moeda europeia.

    O adeus à moeda que circulava desde 1993, o Lat, é um pouco nostálgico. Desde o século XX o país mudou seis vezes de moeda; o euro é a sétima. Se por um lado é como uma promessa de estabilidade, por outro provoca o receio geral da inflação.
    Oleg Bachurin, de Riga, é um dos céticos:
    “Em todos os países que adotaram o euro, antes de nós, os preços aumentaram. Aqui também devem subir, o que é mau.”
    Em Valka, que faz fronteira entre a Estónia e a Letónia, verificou-se que os preços estonianos subiram em flecha quando o país adotou o euro, há três anos. O adjunto do presidente da câmara, Viesturs Zarins, é um dos céticos:
    “Não estou nada otimista. O problema principal é o desemprego. Não creio que o euro vá resolver o problema.”
    A desconfiança é compreensível pois 20% da população deste país de dois milhões de habitantes teve de emigrar na sequência da crise de 2009. Depois de cinco anos de austeridade e um plano de resgate internacional, a Letónia reequilibrou-se.
    O PIB subiu para 4,5% no terceiro trimestre de 2013 – tinha descido drasticamente 19% em 2009.
    A inflação, em abril, era de 1,3%, enquanto que em 2008, chegava aos 18%.
    O desemprego afeta 12% da população ativa.
    A Letónia é, atualmente a economia com mais crescimento na zona euro. Com a moeda comum, espera, pelo menos, aproveitar as taxas de juro mais baixas e atrair investidores.

  20. Carolina Gambaroni Says:

    Acho interessante observar como se forma a taxa de juros da zona do euro.São diversos países com economias completamente diferentes, como a questão do desemprego observada pelo Pedro, que formam uma única taxa de juros… como uma zona como essa utiliza e forma sua taxa de juros levando em conta tantos países e economias diferentes??

  21. Lucca Pizzo Mathias Says:

    Otimo trabalho ao grupo e muito bem explicado. Achei uma materia interessante sobre a taxa de juros na zona do euro. http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2015/03/05/bce-mantem-taxas-de-juros-e-aumenta-previsao-de-crescimento-da-zona-do-euro.htm


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