Grupo B: Produção e emprego nos EUA

.

“Analisando o cenário estadunidense através da lente macroeconômica, evidenciaremos a aplicação dos conceitos de PIB e EMPREGO por meio de definições e de notícias, as quais seguem abaixo.

Produção dos EUA:

O produto interno bruto é um indicador que mede a atividade econômica do país. Avaliar o PIB consiste em mensurar todo fluxo do nível de produção da Economia.

A imagem 1 descreve os valores do PIB e de seus componentes de 2000 a 2013, o que permite avaliar o impacto de cada um para a formação da produção dos EUA.

B imagem 1

O gráfico 1 representa o crescimento do PIB real no acumulado de 1996 a 2005 e dos anos de 2006 a 2013.

B grafico 1

Um indicador derivado do produto interno bruto é o PIB per capita, formado pela divisão do PIB pelo número total de habitantes do país, o que mensura o bem-estar.Com a comparação dos resultados podemos dizer que a população piorou seu nível de bem-estar ou melhorou. Há também a diferenciação entre o PIB nominal e o real. PIB nominal é calculado a preços correntes, ou seja, considera os valores do ano em que o produto for produzido e comercializado; já o PIB real exclui os efeitos da inflação.

Aplicando o conceito: É recorrente a afirmação de que o PIB dos países é subestimado, essa é uma consequência dos problemas de mensuração do indicador. Entre esses problemas, pode-se apontar a economia informal, representada principalmente por atividades ilegais, das quais não se tem informação completa para determinar o valor produzido. Isso faz com que países como a Itália e a Holanda que incorporaram atividades ilegais no cálculo do PIB pareçam ter um fluxo maior de produtos e serviços disponíveis do que outras economias, como a dos EUA, que não incluíram a chamada economia subterrânea. Entretanto, uma das mudanças que os EUA recentemente adotaram na mensuração do PIB pode ser capaz de superestimá-lo. Gastos em pesquisa e desenvolvimento, por exemplo, compõem os investimentos e podem gerar rendas futuras, mas são de difícil mensuração, pois não se sabe ao certo qual será seu rendimento. Em 2008, os EUA passaram a incluir tais atividades inovadoras de pesquisa e desenvolvimento e também de criação de arte (filmes, livros, música e programas de TV) no cálculo de PIB, o que torna difícil a comparação com outros países.

A notícia a seguir representa uma decisão do governo dos EUA em adotar acordos comerciais para aumentar as exportações e, assim, aumentar a produção do país, uma alternativa às políticas tributárias e de gastos públicos e também uma maneira de reduzir o peso do consumo doméstico para o indicador, visando a estimular a economia de todos os países envolvidos: http://goo.gl/IWS8OY

Emprego nos EUA

A taxa de desemprego representa a proporção de pessoas capazes de exercer uma profissão e que procuram um emprego remunerado, mas que, por diversas razões, não entram no mercado de trabalho.

A imagem 2 descreve a população dos EUA, a força de trabalho e as taxas de participação na força de trabalho e desemprego, o que permite analisar o desempenho do mercado de trabalho no país.

B imagem 2

Aplicando o conceito: O cenário atual dos EUA demonstra queda na taxa de desemprego, auxiliada pela coincidente queda na taxa de participação da força de trabalho, o que pode representar uma subestimação do enfraquecimento econômico pela taxa de desemprego. Janet Yellen, presidente do Federal Reserve, afirmou que para avaliar a recuperação do mercado de trabalho, ela consideraria mais do que a taxa de desemprego. O tamanho da força de trabalho é uma chave determinante do quão rápido a economia pode crescer, visto que o seu potencial é dado pelo uso de todo o capital e trabalho disponível.

A notícia abaixo ilustra a situação retratada abordando a queda na taxa de participação na força de trabalho e seus motivos: http://goo.gl/xAgBC7

A notícia que segue abaixo, veiculada pelo jornal VALOR ECONÔMICO, evidencia diversos tópicos da análise macro, relacionando-os e ressaltando sua importância para a composição do PIB: http://goo.gl/A6S5mb

 

Atividade Didática Online – Curso Macroeconomia I

Grupo B

.

36 Respostas to “Grupo B: Produção e emprego nos EUA”

  1. Roseli Silva Says:

    Quero fazer pergunta!!!! É PIB ou PNB??? E o primeiro dado do gráfico é acumulado ou média?????

    • Jenifer Barbosa Says:

      Os valores da Imagem 1 são referentes ao Produto Interno Bruto (PIB), visto que incluem as rendas líquidas enviadas ao exterior. O Produto Nacional Bruto (PNB) não considera as rendas líquidas enviadas ao exterior (PIB=PNB+RLEE). No caso dos Estados Unidos, durante todo o período analisado, tem-se que o PNB apresenta valor superior ao PIB, o que demonstra que há empresas estadunidenses atuando em outros países, em nível superior ao de empresas estrangeiras atuando nos Estados Unidos, o que torna a renda líquida enviada ao exterior negativa. O link a seguir mostra uma tabela e um gráfico que relacionam os dois indicadores para o período de 2000 a 2013: http://goo.gl/oPJqcL
      Quanto ao gráfico 1, que representa o crescimento do PIB real dos EUA, os valores do crescimento no período de 1996 a 2005 foram obtidos através de uma média dos crescimentos desses anos. Neste gráfico, entramos um erro na taxa de crescimento de 2009. Lamentamos o ocorrido e segue o gráfico corrigido: http://goo.gl/qDOzHi

  2. Victor Haddad Says:

    O que é interessante observar é que, após 2008, a política de “quantitative easing” (flexibilização quantitativa) adotada pelo FED não permitiu que a recessão se tornasse ainda maior, mas ainda sim o investimento privado caiu consideravelmente durante essa época. Além do mais que, nos últimos anos de recuperação, esse fator apresenta um crescimento muito lento, só retomando o patamar pré-crise em 2013. Então o que parece é que o crescimento que os EUA tiveram se deve muito ao governo, ou essa análise é equivocada?

    • Thalles Liduares Says:

      Achei interessante o ponto levantado pelo Victor.O governo dos EUA tem atuado de forma maciça para recuperação econômica no pós crise , principalmente por meio do Federal Reserve(Fed).O aumento nos últimos anos da base monetária, para capitalizar a economia , vem injetando U$$trilhão de dólares ao ano na economia.Sendo que boa parte deste dinheiro vem sendo retido pelos bancos.Aliado a manutenção da taxa de juros próxima a zero e uma inflação relativamente baixa , afim de que o principal objetivo do governo seja alcançado que é diminuir a taxa de desemprego.O Fed sinaliza que assim que este ultimo objetivo seja alcançado ele interromperá o QE(Quantitative Easing) sendo que isto pode causar impactos na economia brasileira , pois com o aumento dos juros nos EUA ,pode causar uma fuga de capitais de cá pra lá.Causando ainda mais impactos no nosso combalido câmbio.

  3. Arthur Della Vecchia Says:

    Uma maneira bem útil de se obter o PIB real por meio do PIB nominal é utilizando o deflator do PIB, um número índice que representa a taxa de inflação em determinado ano e é calculado pela razão entre PIB nominal e real. A vantagem de realizar essa análise está justamente no fato de podermos medir a produção e sua variação ao longo do tempo de maneira mais clara, eliminando efeitos inflacionários, como foi feito para os EUA entre os anos de 2006 e 2013, mostrado no texto.
    É interessante ressaltar também que apesar de o PIB per capita retratar o bem-estar de um país, ele não consegue medir a qualidade de vida da população e possíveis avanços sociais, sendo necessário para isso outros indicadores, como o Índice de Gini e o IDH.
    Uma notícia bem recente mostra o que foi comentado no texto: certa preocupação americana (e também brasileira) em estender sua relações comerciais com outros países para alavancar a produção: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/03/brasil-e-estados-unidos-assinam-acordo-de-facilitacao-de-comercio.html.
    As diferentes questões associadas ao cálculo da taxa de desemprego em diferentes países é realmente muito interessante. O próprio livro do Blanchard (capítulo 02, pág.27) cita o exemplo da Espanha em 1994, cuja taxa era de 24% mesmo o país não estando em uma grave recessão. Entre tantos motivos para esse elevado número, estava a grande ajuda financeira que os desempregados (em sua maioria jovens que moravam com os pais) recebiam de sua família, o que os desincentivava a procurar emprego. A questão era, então, a estrutura familiar espanhola.
    Para terminar, deixo aqui uma notícia recente sobre o desemprego no Brasil, que retrata bem o impacto dos movimentos entre população ocupada e desocupada no cálculo da taxa de desemprego: http://g1.globo.com/economia/noticia/2015/03/taxa-de-desemprego-fica-em-68-no-trimestre-encerrado-em-janeiro.html.

  4. Pedro Venturi Says:

    Achei interessante a questão dos problemas de mensuração do PIB abordada no texto. Além da economia informal, acredito que outro problema de mensuração relevante é a relação do produto com os impactos causados ao meio ambiente. A produção grande parte das vezes gera problemas ambientais, essas externalidades negativas não entram no cômputo do PIB. Caso perdas relacionadas a qualidade do meio ambiente de modo geral ou relacionadas à “depreciação” do estoque de “capital natural” fossem computadas no cálculo do produto, possivelmente a renda de diversas nações seria significativamente menor. As externalidades negativas relacionadas ao meio ambiente ainda não fazem parte do cálculo do PIB, pois é difícil torná-las mensuráveis em termos monetários. Será que há economistas empenhados em valorar essas externalidades? E se há, será que estão obtendo resultados satisfatórios em suas pesquisas?

  5. Egberto Bosso Says:

    Creio que um fato importantíssimo posto pelo grupo, foi ter citado o cuidado com as conclusões relacionadas a taxa de desemprego , visto que a maioria das pessoas acredita que uma taxa baixa deste índice, caracteriza uma economia pujante, o que não necessariamente é verdade.
    Conforme exposto, uma diminuição na taxa de desemprego deverá ser analisada cuidadosamente, para expugrar o efeito de uma diminuição da força de trabalho. No próprio livro, o Blanchard destaca que um indíviduo que procura emprego durante um período longo e não encontra, costuma desistir de procurar, todavia isso não siginifca que este encontrou uma vaga de emprego, mas apenas que ele desistiu de buscar uma colocação profissional. No caso do Brasil, o IBGE retiraria esta pessoa do contingente de desempregados, o que sem dúvidas causaria certa distorção.
    Portanto, o público em geral deve atentar-se que uma taxa baixa de desemprego não necessariamente siginifica que a economia está indo bem.

    • Jenifer Barbosa Says:

      Exatamente. Os relatórios de emprego apontam que é isto o que ocorre atualmente na economia estadunidense. Embora haja queda na taxa de desemprego desde 2011, há também queda na taxa de participação da força de trabalho desde 2010. Dentre os motivos apontados para a queda na taxa de participação na força de trabalho, há a aposentadoria dos baby boomers e os desempregados há longo tempo que desistiram de procurar por trabalho, o que permite dizer que a taxa de desemprego subestima o enfraquecimento econômico. Além disso, pode-se também apontar a recente criação de empregos nos Estados Unidos, que apesar de contínua, ocorre em postos de trabalho de baixo salário, como o varejo, sendo as vagas ocupadas por pessoas de baixa qualificação (sem ensino médio completo ou ensino médio completo) , uma consequência da redução dos benefícios aos desempregados, e essas novas vagas não atraem de volta os que estavam desempregados. Dois relatórios de emprego em que podemos verificar a perspectiva do mercado de trabalho dos EUA estão nos links abaixo: http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2015/03/americas-jobs-report
      http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2014/11/americas-jobs-report?zid=295&ah=0bca374e65f2354d553956ea65f756e0

  6. Caio Augusto de Oliveira Rodrigues Says:

    Bem interessante esse pensamento sobre o conceito de PIB estar cada vez menos em voga devido às muitas atividades que não se encontram na chamada economia formal. Realmente, a impressão que me dá é de que não existe um real padrão para isto, vide que cada país decide por incorporar atividades diferentes quando de sua vontade ou necessidade (temos por exemplo o caso italiano, que também foi citado no seguinte link: http://extra.globo.com/noticias/economia/italia-vai-incluir-trafico-de-drogas-prostituicao-contrabando-no-calculo-do-pib-12604845.html).
    Sobre o caso dos Estados Unidos com a Pesquisa e Desenvolvimento: quanto a parte do desenvolvimento, não creio haver problema (uma vez que, quando do desenvolvimento, já se tem um processo de produção em andamento, ou seja, já tem maior esperança dos benefícios futuros esperados), entretanto, dentro da área de pesquisa, não necessariamente se tem essa certeza de benefícios futuros. Imagino que seja um problema porque, assim como em casos emblemáticos como o da Enron, muitos números poderão entrar no cômputo do PIB sem ter associação direta à produção de bens e serviços (que é o que o PIB se propõe a fazer), entretanto, a discussão é válida para estarmos sempre a repensar o que deveria medir o PIB (já que, como dito, o PIB per capita é uma medida de bem-estar).
    Quanto à questão do desemprego, também acho que não se trata só da busca de uma baixa taxa de desempregados, mas sim da pesquisa sobre a utilização da mão-de-obra trabalhadora e quão próxima ela está de seu potencial.

  7. Diego Domingues Says:

    É interessante notarmos motivos que expliquem o porquê de não ter ocorrido quedas maiores no PIB americano e que expliquem, também, razões da rápida recuperação da economia norte-americana. Na tabela de composição do PIB podemos ver que os gastos do governo não aumentaram de forma desproporcional quando comparamos com os anos anteriores, mas sim um crescimento proporcional ano a ano. Percebemos também que as exportações líquidas, isto é, as exportações menos importações, antes da crise são negativas e com valores bem elevados, durante a crise e no período pós-crise as importações diminuíram de maneira significativa, e isso poderia ajudar ter uma recuperação do PIB, seria esta uma das razões para o governo americano querer firmar novos acordos comerciais? Com o intuito de ter exportações líquidas mais positivas e, por conseguinte, refletir no valor do PIB? Houve estímulos para o consumo de produtos nacionais? Podemos notar que as vendas finais do produto interno se manteve praticamente constante na crise. Recentemente, o FED (banco central americano) aponta um possível aumento da taxa de juros para um aperto monetário, para que serviria esse aperto, quais implicações teria no PIB? Segue a notícia sobre a taxa de juros: http://www.valor.com.br/financas/3969978/dolar-cai-minima-em-11-dias-ante-real-seguindo-exterior

  8. Pedro Rossi Says:

    O PIB com certeza é um indicador importantíssimo referente a atividade econômica de um país, mesmo com suas incertezas e seus diferentes métodos de cálculo (inclui ou não atividades informais, ilegais, pesquisas, etc), ele é o indicador que mais se aproxima da realidade econômica do país. Porém, sobre o PIB per capita, por ser uma ‘simples’ divisão de todo o PIB pelo número total de habitantes do país, me incomoda dizer/pensar que ele é um indicador de bem estar da sociedade, principalmente por não levar em consideração a divisão desigual da economia (ponto levantado também pelo Arthur em comentário anterior)
    Ainda sobre o tema produção e a primeira tabela, é interessante notar que apesar da crise de 2008, o EUA apresentou queda no PIB (e também no per capita) apenas no ano seguinte, em 2009, o que mostra a força da sua economia e das políticas adotadas, enquanto o Brasil, apesar de crescer durante alguns anos pós crise (marolinha), desde 2012 vê seu PIB em queda. O que fazer? Incluir atividades ilegais no cálculo? Acho que ajudaria bastante nosso PIB!

  9. Carolina Gambaroni Says:

    Assim como citado pelo Pedro e pelo Arthur em comentários acima, também não me sinto confortável pensando que o PIB per capita é um indicador de bem estar da sociedade. Nós, que vivemos em um país com muita desigualdade, vemos que o mesmo não indica o bem estar da sociedade como um todo, tendo uns com muito e outros com muito pouco. Acredito também que a inserção de atividades ilegais deixariam o cálculo do PIB um pouco mais exato, uma vez que tais atividades estão presença na maioria dos países, e muitas pessoas dependem da mesma para sobreviver.
    O que também em intriga é que cada país pode incluir as atividades que querem ou acham melhor no cálculo do PIB, e depois, comparamos seu PIB ao dos outros países, que por sua vez podem ter escolhido incluir mais ou menos atividades. Não me parece uma comparação muito ‘justa’/muito real.
    No mais, quanto ao desemprego, nota-se um grande aumento na taxa de desemprego no ano seguinte a crise de 2008. O que é compreensível uma vez que com a falência de diversas empresas, bem como a diminuição do crédito em circulação, reduzem os níveis de consumo e investimento, o que consequentemente gera a queda no nível das atividades econômicas e assim o desemprego de muitos trabalhadores. A desigualdade social também se agravou devido à crise, o que nos leva a pensar se o PIB per capita da época realmente refletia o bem estar de toda a população. Agora com os investimentos privados em baixa, como observado pelo Victor, como os EUA conseguiram diminuir sua taxa de desemprego até 2013, que foi quando os investimentos privados voltaram a ser de mesmo patamar pré-crise?

  10. Roseli Silva Says:

    Queridos! Cuidado com a empolgação! A metodologia de cálculo do PIB segue orientações técnicas adotadas pelos países membros da ONU/FMI, o que garante a comparabilidade entre países. Um país pode adotar metodologias alternativas, mas se deixar de tb calcular sob padrão internacional só tem a perder com o “isolamento” metodológico!!
    Vejam essa notícia: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/03/11/analise-novo-pib-nao-e-manobra-politica-mas-recomendacao-tecnica-da-onu.htm

  11. Bruno Ramacini Says:

    Realmente muito relevante a dificuldade de mensuração do PIB devido ao montante que a economia informal pode produzir. Imagino até que ponto isso pode causar divergências na comparação da economia de diferentes países e até que ponto os governantes podem usar essa discrepância ao seu favor.
    Creio que muitos governantes poderiam utilizar a legalização de economias ilegais visando o aumento do PIB, para fins políticos, sem quantificar as externalidades negativas que acarretarão.
    Quanto ao desemprego, como o Egberto citou, muitos não são considerados desempregados por desistirem de buscar emprego. Acredito que grande parte dessa mão-de-obra seja alocada para as economias informais, o que pode diminuir os números de “desempregados” que não são classificados como tal.

  12. Leonardo Veras Says:

    Ao ler, lembrei do plano referente à regularização dos imigrantes ilegais lançados por Obama ano passado, apesar de ser uma medida temporária, orgãos ligados ao governo defendem, e pequisadores comprovam que a regularização e a inserção dos trabalhadores ilegais no mercado de trabalho aumentaria em até 3,3% o PIB estadunidense, é uma das medidas que influencia o PIB que mais me impressiona. O grupo postou uma notícia, que comenta sobre os desempregados que não voltaram para o mercado de trabalho após a crise de 2008, causando preocupação para os economistas. Com esse plano lançado pelo governo sendo realizado a longo prazo, seria possível sanar esse problema?

    http://oglobo.globo.com/mundo/reforma-da-imigracao-de-obama-pode-impulsionar-pib-dos-estados-unidos-14630060

    • Sofia Tavares Says:

      Quanto ao mercado de trabalho, apesar das recentes quedas nas taxas de desemprego, observadas na imagem 2, as taxas de participação da força de trabalho também vêm sendo baixas, o que demostra que a economia não está atraindo e reabsorvendo as pessoas que saíram do mercado em tempos de crise. Desse modo, o número de trabalhadores que saem do mercado para aposentadoria e outros fatores é maior do que e número de entrantes no mercado. Acredito que com a legalização dos imigrantes, como levantado pelo Leonardo, o país só tem a ganhar, a partir de um aumento na força produtiva. Apesar de vários argumentos favoráveis a regularização, além de questões políticas, essa legalização ainda esbarra em sensos comuns, como o de que os imigrantes roubariam o trabalho dos americanos.

  13. Matheus Saviello Says:

    A mensuração do PIB com atividades ilegais, ao meu ver, não é precisa, sendo apenas apontada, já que não são atingidas por impostos e flutuam livremente na economia, dificultando o registro e conhecimento de todas as atividades, a regularização dessas atividades pode gerar frutos para todas as economias, uma vez regularizadas, tais atividades podem gerar frutos para a economia e tornando-as visíveis, eliminando o conceito de economia subterrânea.
    Vale ressaltar também o aumento da taxa de desemprego gerada pela crise de 2008, taxa que só pode ser sentida em 2009 e desde então os EUA vivenciam as maiores taxas desde 2000, de acordo com o gráfico. A partir de 2011 a taxa de desemprego começou a cair novamente, o que pode ser relacionado aos postos de empregos criados e a taxa de juros baixa, criados logo após a crise. De acordo com o FED (Sistema de Reserva Federal dos Estados Unidos) a taxa de desemprego deve cair ainda mais, em vista que no longo prazo a taxa de desemprego dos EUA está entre 5% e 6%, o que deve dar a economia estadunidense uma oportunidade de criar políticas monetárias expansionistas, até que a atual taxa de desemprego se adeque a sua taxa natural.

  14. Gustavo Panobianco Says:

    Gostei muito do trabalho feito. Analisando o período dado (os EUA de 2000 até 2014), acredito ser praticamente impossível não falar da crise de 2008, a tentação é grande. Os gráficos e tabelas mostram dados impressionantes : tanto na queda, quanto na ascensão. O PIB norte-americano teve uma das maiores quedas já verificadas em comparação com todo o século passado, mas, por outro lado, a recuperação também foi rápida (já no primeiro trimestre de 2011 a economia americana havia atingido o nível do produto de finais de 2007). Vale ressaltar, também, que cerca de 70% do PIB dos EUA é representado pelo consumo das famílias (sim, temos aqui uma relação mais do que direta entre emprego e PIB). Outro fator importante diz respeito aos gastos governamentais : é claro que é um momento de crise, estes gastos se elevam e muito, mas, num um outro momento onde se verifica crescimento, a freada é brusca : Esses gastos são imediatamente reduzidos tão logo a economia retome a sua trajetória de crescimento mais acelerado. A produção industrial não poderia responder de outra forma : ritmo lento. Com os gastos do governo desacelerados, as máquinas “paradas” (contribuição quase nula das exportações líquidas), a economia norte-americana ficou muito dependente, pelo lado da demanda, do consumo das famílias e dos investimentos. Parece que deu/vem dando certo, né?

  15. Pedro Buzati Kasia Says:

    Primeiramente gostaria de destacar, que caso o Grupo B, quando diz: “Isso faz com que países como Itália e a Holanda que incorporam atividades ilegais no cálculo do PIB pareçam ter um fluxo maior de produtos…”, esteja se referindo a drogas e prostituição, acredito que atividades ilegais não seria o termo correto neste caso, pois há toda a base legal para a mesma, assim como ocorrerá no Uruguai com a liberação da maconha, esta será uma mercadoria como qualquer outra contabilizada no PIB.
    Foi muito criticado nos comentários a utilização de PIB per capita para mostrar o bem estar da sociedade, concordo que haja certo viés, mas este método é muito útil na comparação entre países, ainda mais se tomarmos como hipótese que não haja desigualdade social, ou seja, índice de Gini tendendo a zero. Assim sendo, um “chinês médio” possui uma renda menor do que um “americano médio”.
    Na última notícia que a Prof Roseli passou nos comentários, a matéria fala que há uma regularização para a medida do PIB. Porém, isto não deixa de ser uma medida que governos utilizam para maquiar seus resultados, tanto é que na própria matéria eles informam que o novo cálculo do PIB mudaria o resultado, “evitando assim a recessão de 2014”. Por isto, acredito que assim como quando há mudanças na legislação contábil, as SA de capital aberto devem apresentar a contabilidade com os dois formatos, o governo também deve apresentar o seu PIB na medida antiga e na nova (não achei nenhuma matéria que fale que ele faça isto).
    De qualquer forma, a alteração na medida do PIB é válida, veja o caso da Nigéria, desde 1990 eles não faziam alteração no cálculo do PIB, em 2014 fizeram a alteração e chegaram a conclusão que eles possuem um PIB maior do que o da África do Sul, chegando a um valor de USD 500 bilhões (A África do Sul possuía um PIB de USD 370 bilhões).
    http://exame.abril.com.br/economia/noticias/nigeria-supera-africa-do-sul-como-maior-economia-africana
    E por último, eu gostaria de comentar sobre a taxa de desemprego americana, por favor, me corrijam se eu estiver errado, mas lembro de ter lido uma matéria dizendo que os EUA medem a taxa de desemprego a partir da taxa de solicitação de seguro desemprego, o que na minha opinião gera um resultado bastante fraco se comparado com a realidade.

    • Jenifer Barbosa Says:

      De acordo com o Bureau of Labor Statistics, a taxa de desemprego não é limitada às pessoas recebendo os benefícios do seguro desemprego. A estimativa do desemprego é baseada numa pesquisa domiciliar mensal feita por amostragem. Todas as pessoas que estão desempregadas e que estão procurando e disponíveis para o trabalho são incluídas aos desempregados. A taxa de desemprego oficial exclui aquelas pessoas que querem um trabalho, mas não estão procurando trabalho no momento. Existem estimativas das pessoas que estão fora da força de trabalho e que querem um emprego, incluindo aqueles que não estão procurando por emprego por acreditarem que não há vagas disponíveis. Você pode comparar medidas alternativas da subutilização do trabalho no link: http://www.bls.gov/cps/lfcharacteristics.htm#altmeasures

  16. Felipe Lyra Says:

    Fato curioso na tabela do emprego é que logo após o primeiro impacto da crise nos dados, a força de trabalho civil agrícola aumenta no ano seguinte, seria um “fugere urbem” causado pela crise econômica ? Rsrs

  17. Lucas Negreiros Says:

    Parabéns pelo trabalho pessoal!!!
    Bem, enquanto lia acabei fazendo alguns paralelos com o nosso livro texto de macroeconomia e algumas dúvidas foram surgindo.

    A primeira delas é sobre a decisão do governo dos EUA em adotar acordos comerciais para aumentar as exportações. Quando li este este trecho, lembrei que o déficit comercial dos Estados Unidos já é algo relativamente antigo, desde o início da década de 1990, e que os EUA financiavam/financiam seu balanço comercial negativo tomando empréstimos do resto do mundo. A minha primeira pergunta é: Por que o balanço comercial teve uma queda no ano de 2009? Fiquei
    com essa dúvida e queria saber se isso foi reflexo direto da crise de 2008 e, se for, como a crise resultou nessa redução.

    Outra coisa que eu andei pensando é sobre quais medidas os países do G-20 tomaram para tentar estimular a economia deles, e, como os EUA iriam tentar diminuir o seu balanço comercial negativo. A única ideia que surgiu na minha cabeça foi a desvalorização da moeda , porém, todavia, contudo, entretanto os EUA mostraram-se contrários a este ato: http://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2015/02/12/apos-g20-eua-dizem-que-corrida-para-desvalorizar-moedas-seria-grande-erro.htm
    Então como eles pretendem estimular a produção via aumento de exportação??

    Curiosamente acabei encontrando uma matéria que ressaltava a desvalorização do dólar frente ao euro e outras divisas devido a bons resultados na taxa de desemprego norte americana. Não sei até onde isso é curioso e ajuda mas aqui está: http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2015/01/09/dolar-se-desvaloriza-frente-ao-euro-iene-e-outras-divisas.htm

    Bem, me desculpem por tantas perguntas haha mas se alguém souber as respostas para estes problemas falem ai!!

    • Fabricio Freitas Alves Says:

      Lucas, com relação ao balanço comercial de 2009, podemos destacar alguns pontos. Em 2009 a crise econômica estava no inicio, isso afeta de diversas maneiras o consumo da população. Analisando a tabela do desemprego, podemos notar que houve um “salto” na taxa de desemprego de 5,8% para 9,3%. Este aumento reduz o consumo porque parte da população que antes estava empregada, agora não está mais. A crise também diminui a propensão a consumir, uma vez que a incerteza sobre a garantia de seu emprego e, possivelmente, uma perspectiva ruim sobre o futuro, levam a população a poupar mais. Porém devemos lembrar que esses eventos foram em escala mundial, ou seja, o consumo reduziu em todos os países. Devido a isso a demanda mundial reduziu, levando com ela a exportação e a importação de bens e serviços.
      Além disso, a partir de março de 2009 o dólar sofreu grande desvalorização. Isso tornou os produtos importados mais caros, reduzindo a importação norte-americana. Devido a estes fatos (e provavelmente a outros que não citei) o deficit na balança comercial americana reduziu neste ano.

      Neste link tem uma análise pouco não muito profunda, mas melhor que a minha (p. 24 para exportação/importação):
      http://www.gpo.gov/fdsys/pkg/ERP-2009/pdf/ERP-2009-chapter1.pdf
      E para ver o histórico das taxas de câmbio:
      http://www.oanda.com/lang/pt/currency/historical-rates/

  18. Giovanna Gava Says:

    Achei o trabalho ótimo e muito didático!!
    Lendo o post e os comentários, conjuntamente com uma notícia sobre o assunto, algumas relações foram se formando na minha cabeça.
    Atualmente nota-se que o emprego nos Estados Unidos vem chegando perto do nível pré-crise, como evidenciado por diversos comentários acima, pela Imagem 2 do post e pela notícia linkada no final desse comentário. Essa situação foi possível devido a criação de diversos postos de emprego. Foram criados 252 mil postos no período, acima da previsão de analistas, que era de 240 mil. A taxa de desemprego chegou ao final do ano de 2014 em 5,6%, índice igual ao de junho de 2008, período que os Estados Unidos encontrava-se em recessão, – em 12 meses, foram criadas 2,95 milhões de vagas, o maior número desde 1999.
    Porém, aliada a criação de diversos postos de trabalho, considera-se também, a saída de inúmeras pessoas do mercado de trabalho – reduzindo a taxa de participação na força de trabalho para 62,7%, como citado no comentário do Egberto (“Blanchard destaca que um indivíduo que procura emprego durante um período longo e não encontra, costuma desistir de procurar, todavia isso não significa que este encontrou uma vaga de emprego, mas apenas que ele desistiu de buscar uma colocação profissional”).
    Portanto, com essas análises bem simples, é válido destacar que o problema é: a taxa de desemprego está voltando ao normal, mas “o crescimento da renda permanece estagnado e intocado pela recuperação econômica”.
    A pergunta que fica é: quais as medidas que devem ser tomadas diante desse cenário, para que a renda comece a apresentar um crescimento considerável para a economia norte-americana?

    http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/internacional/noticia/2015/01/09/emprego-nos-eua-encosta-no-nivel-pre-crise-163684.php

  19. Maria Fernanda Tavares Says:

    Oi pessoal!

    Queria parabenizar, também, o grupo pelo trabalho, dizer que gostei muito dos gráficos trazidos e também as duas discussões apontadas no “Aplicando o conceito”. Dessa forma, gostaria de comentar melhor sobre minhas considerações em relação a mensuração do PIB.

    Ao pesquisar na internet, também de acordo com o que todos vocês falaram e as notícias que postaram, pude chegar a algumas conclusões. Há realmente alguns problemas de mensuração no PIB para que se possa fazer a comparabilidade entre países.

    Vejo que dois deles são: Primeiramente, os agregados são mensurados na moeda doméstica de cada país e para tanto é necessário fazer a conversão para que se possa fazer a comparação entre eles. Seria fácil pensar que a taxa de câmbio poderia solucionar esse problema, mas nem todos os itens que entram na mensuração podem ser considerados “tradables”, isto é, aqueles que sofrem concorrência externa (um exemplo de “no tradable” seria a empregada doméstica registrada). Além disso, os conjuntos de subsídios também podem ser diferentes.

    Em minhas pesquisas, encontrei que a PARIDADE DO PODER DE COMPRA pode solucionar esse problema. Alguém saberia melhor sobre o assunto?

    Por fim, o segundo problema de mensuração do PIB seriam, como já comentado, as atividades não remuneradas (economia informal) que difere em grandes proporções entre os países (digo, a natureza dessas atividades).

    No entanto, como a Professora Roseli comentou, a comparabilidade entre países é feita e acontece de acordo com as regulamentações da ONU. Para saber melhor sobre o assunto, tomei a liberdade de analisar o post feito por ela, no qual é por recomendação técnica a ONU regulamentou questões de investimento (como em armamentos), construção civil (que passou a considerar o salário dos operantes, além da matéria-prima) e também a questão das pesquisas que possuem pesos de acordo com a relevância das mesmas para cada país. Vejo que é uma medida que pretende minimizar a diferença de atividades irregulares para que o PIB per capita seja um medidor de bem-estar mais próximo da realidade.

    • Bianca Buzzo Says:

      De acordo com o que eu estava pesquisando, paridade de poder de compra é uma estratégia utilizada para medir a quantidade de moeda necessária para comprar uma cesta idêntica de bens e serviços em países diferentes. A quantidade de moeda é calculada conforme a taxa de câmbio entre as moedas dos países considerados. Por comparar uma cesta idêntica ela seria uma variação do PIB mais eficiente na mensuração de bem-estar entre países.
      Um exemplo bem simples disso é o Índice Big Mac, que compara o preço do lanche em diferentes países convertendo seu preço em dólares, como explicado na breve reportagem que segue:
      http://www.valor.com.br/financas/3405528/indice-big-mac-real-continua-sobrevalorizado-perante-o-dolar

  20. Victória Jorge Says:

    Parabéns ao grupo pelo trabalho, ficou muito bom e muito didático!
    Considerando que no último mês a geração de emprego nos Estados Unidos cresceu mais do que o esperado, com uma queda na taxa de desemprego que ficou registrada em 5,5%, embora a renda dos trabalhadores não tenha acompanhado o mesmo crescimento regular desse nível de emprego e a queda na taxa de participação na força de trabalho me fizeram pensar que o aumento da taxa de emprego não ocasiona uma diminuição na mesma proporção da taxa de desemprego, então, quando o nível de emprego aumenta, nem todos os novos postos de trabalho são preenchidos imediatamente por pessoas desempregadas, alguns desses postos podem ser preenchidos por pessoas fora da força de trabalho (que não procuravam emprego formalmente).

    Considerando os dados de 2014 dos Estados Unidos, em que a taxa de desemprego diminuiu e ficou em 6,2% (imagem2), e o PIB cresceu 2,4%, se comparado a 2013. A Lei de Okun, em que foi identificada uma relação indireta entre PIB e desemprego e que um aumento no PIB acima de sua taxa normal de crescimento causaria uma redução no desemprego, pode ser verificada nessa situação? Seguindo essa Lei, se for possível sua evidência, por que no começo das tabelas nas imagens 1 e 2, de 2000 a 2003 e de 2009 para 2010 o PIB aumenta e taxa de desemprego também se eleva?

    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/03/1599073-criacao-de-emprego-nos-eua-acelera-taxa-de-desemprego-cai-a-55.shtml
    http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2015/02/27/pib-dos-estados-unidos-cresce-24-em-2014-segundo-governo.htm

  21. raffaelrodlop Says:

    Sabemos que o Produto Interno Bruto (PIB) é um dos principais índices econômicos usados e, com certeza, o mais adequado para analisarmos a prosperidade de uma nação em um determinado período de tempo. Porém, tenho uma indagação em que há tempos me questiono: são comuns as comparações entre o PIB de diferentes países. Os agregados são mensurados em moeda doméstica de cada respectivo país e, para fazermos comparações, precisamos necessariamente fazer a conversão da moeda.
    PORÉM, ACREDITO que nesse caso, as taxas de câmbio não são suficientes para resolver esse problema, pois nem todos os bens produzidos por um país podem ser importados ou exportados.
    Alguém sabe como proceder ou tem alguma ideia sobre?
    Obrigado!

  22. raffaelrodlop Says:

    Em relação a produção de empresas (contribuem para a produção de bens e serviços do país, logo, contribuem para o crescimento do PIB do mesmo) e o meio ambiente: Como diversas atividades consomem recursos naturais, penso que esse valor que é retirado de um território deve ser deduzido da riqueza calculada (efeitos negativos impactados ao meio ambiente em prol da produção de determinado bem ou serviço), porém não consigo imaginar (até agora) um modo de estimar um valor que corresponda ao consumo ou destruição de algum elemento natural.

  23. raffaelrodlop Says:

    Por definição, PIB per capita mede quanto, a partir do total produzido, caberia a cada indivíduo do país, se a distribuição fosse igualitária. Penso que, quanto mais desenvolvido seja um país (o que remete maior PIB per capita), maior seja seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano). Pois, quanto maior o PIB por pessoa, maior a qualidade de vida e maior o acesso a bens e serviços. Entretanto, acredito que essa análise não seja tão eficiente para países menos desenvolvidos (e subdesenvolvidos), como no caso do Brasil, por exemplo, onde há muita concentração de renda nas mãos de poucos. Assim, acaba-se mascarando a realidade através do cálculo do PIB per capita nesses países. Acredito que esse método de análise seja mais eficaz comparando-se “apenas” com países desenvolvidos entre si.
    Alguém tem alguma tem alguma ideia de como tornar essa comparação mais justa e mais igualitária ou me convencer de que esse modo de comparar o desenvolvimento social dos países seja viável?
    Desculpe-me desviar um pouco do país trabalhado, mas acredito ser importante essa minha indagação e ponto de vista.
    Obrigado

  24. Daniel Wetzel Says:

    Observando o aumento da taxa de desemprego nos anos próximos à crise, e levando em conta o estouro da bolha especulativa no mercado imobiliário americano que a ocasionou. Interessei-me pela situação imobiliária americana antes da crise, e encontrei um ótimo artigo (em ingles: http://www.bls.gov/opub/mlr/2010/12/art1full.pdf ).
    Achei interessante citar o grande aumento do preço de imóveis que ocorreu após os anos 2000. Justificando que houvesse uma forte especulação na área. E que, em 2005, empregos relacionados a construções residenciais representavam 5,1% do total de empregos (cerca de 7,4 milhões de pessoas trabalhando no ramo), já em 2008, essa porcentagem reduziu para 3% do total (cerca de 4,5 milhões). Há, hoje em dia, demanda por trabalho no ramo que necessite que essa porcentagem volte a ser como em 2005? Se sim, e levando em conta que uma parte considerável das pessoas que trabalham nesse ramo nos EUA são imigrantes, a regulamentação de imigrantes ilegais citada anteriormente ou uma facilitação de entrada ajudaria essa taxa a retornar?

  25. Fernanda Mundim Says:

    Comentários contabilizados, pessoal!


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: