Como decidimos? Parte 4 – Grupo 04

 

“Capitulo 4 – Os Usos da razão

O córtex pré frontal é responsável pela criatividade e pelo direcionamento da razão, ou seja, através dele podemos pensar melhor quando estamos em situações que mexem com o nosso emocional.

Um exemplo apresentado no texto foi de um incêndio em Montana, onde um grupo de bombeiros especializados,buscava apagar um incêndio descontrolado que avançava sobre um Canion. Ao perceber que eles não poderiam mais controlar o fogo e que a vida deles estava em risco, se viram desesperados e começaram a correr das chamas que vinham em suas direções.

O líder da equipe percebeu que não adiantava correr do fogo, este certamente os alcançaria e os consumiria em pouco tempo. Então, em um momento de reflexão chegou a conclusão de que o desespero não o salvaria da morte e que teria que encontrar uma maneira de salvar a todos.

A idéia brilhante que ele teve, foi de colocar fogo em uma pequena parte de grama, da qual, seria o suficiente para comportar o tamanho do seu corpo. Quando o fogo estivesse suficientemente dissipado, apagaria o pequeno foco e deitaria no local, para que quando o fogo avançasse sobre ele, ele não fosse atingido.

Após ter a idéia, gritou insistentemente aos seus companheiros de equipe para que parassem de correr, pois isto não adiantaria. Entretanto, em meio ao pânico, seus parceiros nem ao menos o ouviram, continuaram a correr do fogo.

Vendo que não conseguiria alertá-los, o líder executou seu plano, e obteve sucesso. Todos os outros morreram consumidos pelo fogo, exceto um, que conseguiu fugir, mas faleceu no dia seguinte devido as queimaduras de terceiro grau.Percebe-se assim que o problema com o pânico é que ele reduz os pensamentos, a consciência dos fatos mais essenciais, e os instintos mais básicos,se o líder da equipe não conseguisse se acalmar e pensar racionalmente com certeza o fogo também o teria consumido,logo utilizando a “razão”,podemos expandir a lista de possibilidades de se resolver um problema.

Dois terços do córtex pré frontal é responsável pelo centro racional. Não somos puramente racionais como afirmava Platão, temos uma parte emocional e podemos direcioná-la para uma melhor tomada de decisão.

 Até o inicio do século XIX, os cientistas acreditavam que o córtex pré-frontal não tinha nenhuma função, contudo a primeira lobotomia pré-frontal (tratamento usado para pessoas com problema psiquiátrico como esquizofrenia) mostrou o contrario. Muitos pacientes apresentaram redução dos sintomas.

O sucesso da leucotomia levou os médicos a experimentar com outros tipos de operações de lobo frontal. O novo procedimento era denominado lobotomia pré-frontal e rapidamente tornou-se extremamente popular. Entretanto, a cirurgia veio com uma vasta gama de trágicos efeitos colaterais. Entre 2 e 6 por cento de todos os pacientes morreram na mesa de operação. Aqueles que sobreviveram nunca foram os mesmos, alguns perderam a capacidade de usar a linguagem e o interesse no mundo a sua volta, algo semelhante a uma depressão.

Um exemplo de anomalia com o córtex pré frontal é caso de uma jovem com um futuro brilhante. Ela frequentava a igreja, tinha planos de casar com seu namorado após concluir sua faculdade de medicina e nunca havia ingerido bebida alcoólica. Sem explicação alguma, em seu segundo ano de faculdade, sua vida mudou drasticamente. Ela começou a frequentar bares, dormir com vários homens e a usar drogas. Terminou seu relacionamento, se afastou da igreja e de seus amigos.

Após um tempo nesta vida, a garota desenvolveu uma febre alta que não cedia acompanhada de uma tosse seca. Após algum tempo descobriu-se que ela estava com HIV-positivo.

A garota ficou chocada, ela mesma não conseguia entender seu comportamento. Foi então que seu médico a encaminhou para um neurologista, que após vários testes, onde ela demonstrou incapacidade de se controlar, falta excessiva de memória e uma fúria anormal,  conclui-se que seria um problema com o córtex pré-frontal. Ela era totalmente dependente de estímulos. Tudo que viu, ela tocou. Tudo o que tocou, ela queria. Tudo o que ela queria, ela precisava.

Ao passar por uma ressonância magnética, foi descoberto um tumor que pressionava o córtex pré frontal. O tumor tinha apagado algumas das características necessárias da mente humana: a capacidade de pensar no futuro .

As pessoas com problemas no lobo frontal não são capazes de conter suas emoções. Se ficam com raiva, então querem entrar em uma briga, mesmo sabendo que é uma idéia ruim.

Um outro exemplo, trazido pelo livro é sobre um  jogo de apostas . A pessoa cede cinquenta dólares e tem duas opções, na primeira, com o lançamento de um dado, tem 40% de chance de receber os cinquenta dólares de volta, e 60% de perder tudo; já na segunda opção é uma coisa certa, há o recebimento de vinte dólares. A maioria  das pessoas optaram pela segunda opção. Contudo se mudarmos a segunda opção para perder 30, que é absolutamente a mesma coisa, a maioria das pessoas optaram pela primeira opção.

As descrições diferentes afetam fortemente a forma como as pessoas tomam decisões . Esta fraqueza humana é conhecida como efeito de enquadramento, e é um subproduto da aversão à perda. Se por exemplo um médico falar para uma pessoa, que precisa fazer uma operação cirúrgica,e que ela tem 80% de chance de sobreviver, ela estará muito mais propensa a fazer do que se apresentar um dado de 20% de chance de morrer.

A principio os médicos encararam este efeito como sendo responsabilidade da amígdala animado, uma região do cérebro que, quando excitado, evoca sentimentos negativos. Sempre que uma pessoa pensa em perder algo, a amígdala é ativada automaticamente. É por isso que as pessoas odeiam tanto as perdas.

    Mas houve pessoas que descobriram que as opções eram a mesma, isso se deve ao fato do córtex pré –frontal ter estimulado melhor suas decisões

 Aristóteles percebeu que a racionalidade não estava sempre em conflito com a emoção. Ele argumentou que uma das funções essenciais da alma racional era certificar-se de que as emoções fossem inteligentemente aplicadas ao mundo real. “Qualquer um pode ficar com raiva, que é fácil”, escreveu Aristóteles. “Mas, para tornar-se irritado com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, para o propósito certo, e no caminho certo, não é fácil.” Isso exige alguma reflexão.

A seguir é mostrado uma série de exemplos que mostram como o cortex-pre-    frontral determina o comportamento de um individuo

A parte emocional do cérebro está constantemente motivada por estímulos que irão gerar algum tipo de satisfação. Mas será que é possível ter autocontrole ? As crianças pequenas conseguem se controlar? A resposta a estas questões surpreendeu Walter Mischel que descobriu que mesmo com quatro anos de idade, algumas delas tinham controle para resistir a certos estímulos.

O estimulo usado para atrair as crianças era a oportunidade de comer um ou dois marshamallows. Foi realizado um teste onde Walter deixou as crianças sozinhas em seu laboratório e pediu que elas não comessem nenhum marshamallows ate ele retornar.Walter contudo sabia que algumas crianças não  iriam acatar sua ordem então ele propôs um premio, aquela criança capaz de esperar seu retorno receberia um marshamallonw . Como esperado houve crianças que não conseguiram se controlar e comeram o marshamallow logo após a sua saída , outras mostraram um comportamento interessante ,para tentar controlar o desejo de comer o doce ,algumas crianças, como forma de distração , começaram a puxar o cabelo e a olhar fixo para outro lugar, conseguindo surpreendentemente controlar seus estímulos.O teste do marshamallow serviu para avaliar que tipo de comportamento cada criança possuiria no futuro .As crianças que conseguiram se controlar tornaria-se mais inteligentes e determinadas e as quais não conseguiram teriam notas piores, tendência para usar drogas e um comportamento problemático.

Grande parte dos problemas de comportamento dos adolescentes esta relacionado a falta de amadurecimento do córtex pré-frontal,isto explica ao motivo deles agirem irracionalmente”,ou seja , eles não são capazes de se  controlar.Isso ocorre porque os músculos mentais que verifica as emoções ainda estão sendo construídos.Um estudo realizado por neurocientistas mostraram que o núcleo accumbens, uma área do cérebro associada com o processamento de recompensas, como sexo, drogas e rock’roll , é mais ativa do que o córtex pré-frontal nesta fase da vida.Existem programas de incentivos que ajudam a corrigir este problema, o método utilizado pelos programas consiste em proporcionar recompensa rápidas para os adolescentes .

As crianças hiperativas possuem o cérebro mais lento do que as crianças normais,assim elas não conseguem ficar quietas, se concentrar para realizar uma determinada tarefa,isso porque elas não possuem uma musculatura capaz de resistir a estímulos.

A finalidade da razão é eliminar emoções que nos levam ao erro ,mas não é possível eliminar todas as emoções. O córtex pré-frontal avalia quais emoções serão deixadas de lado e quais não.Para mostrar como é possível, foi realizado um teste para controlar os impulsos .Haviam três palavras: verde, azul e vermelho onde a palavra escrita não correspondia com sua cor.Você deveria responder que cor era a palavra , essa tarefa era extremamente difícil porque o cérebro tinha que deixar de realizar sua tarefa automática,que era de ler a palavra, para se concentrar na cor em que foi escrita rejeitando assim o que seria uma primeira resposta.

O dilema da psicologia clássica,conhecido como o problema das velas,permite observar como o córtex pré- frontal atua.Este dilema é um desafio que consiste em fixar uma vela na parede usando uma caixa de fósforos e uma caixa de tachinhas.A maioria das pessoas tentam duas estratégias que não funcionam .A primeira estratégia era a de fixar a vela diretamente na parede usando as tachinhas,o que fez com que a cera da vela partisse. A segunda estratégia era derreter o fundo da vela e em seguida tentar prega-la na parede, resultado a cera não se manteve e a vela caiu no chão.O estudo mostrou que menos de 20 por cento das pessoas conseguem chegar a uma solução correta , que é prender a vela na caixa dos fósforos, e pregar,usando as tachinhas, a caixa na parede.Pessoas com lesões no lobo frontal nunca conseguem resolver desafios como esse,estas são incapazes de pensar criativamente e observar seus erros.Observar-se assim que o córtex pré-frontal tem o grande papel de exercer o controle criativo e lógico,como neste exemplo,para achar a solução correta o individuo analisou conscientemente o problema de todos os ângulos possíveis .

Mark Jung-Beeman ,psicólogo cognitivo,fez um experimento para entender como o córtex pré-frontal consegue chegar a tais soluções criativas.O experimento era o seguinte ,foi dado á uma pessoa três palavras brisa,raio e quedas e pediu-se para pensar em uma única palavra que poderia formar uma palavra composta.Neste caso o individuo respondeu Para. Mark percebeu então que as primeiras áreas cerebrais ativadas durante a resolução do problema foram os envolvidos com o controle de execução tais como o córtex pré-frontal e o córtex cingulado anterior.

A seguir temos um relato de uma experiencia vivida por um piloto. Ele enfrentou um momento de extrema tensão em um aviao. Tudo ocorreu da seguinte forma:

Na tarde de 19 de Julho de 1989, o aviao United Airlines Flight 232 decolou do Aeroporto de Denver, com destino a Chicago. As condições de vôo eram ideais. As tempestades da manhã já tinha passado, e o céu estava sem nuvens. Uma vez que o aviao atingiu a altitude de 37.000 pés, cerca de trinta minutos após a decolagem, o capitão Haynes desliga o sinal do cinto de segurança. Ele não esperava a ligá-lo novamente até que o avião comecasse a descer, porem não foi isto que ocorreu. A primeira parte do voo transcorreu sem problemas. Haynes tinha voado essa rota dezenas de vezes. Mas cerca de uma hora após a decolagem, o silêncio da cabine foi quebrado pelo som de uma explosao alto vindo da parte de trás do avião. A estrutura da aeronave estremeceu e deu uma guinada para a direita. Para Haynes o primeiro pensamento que lhe ocorreu era de que ele estava prestes a morrer em uma enorme bola de fogo. Mas então, após alguns segundos de ranger de metal, a calma retornou. O avião continuou voando. Haynes e o primeiro oficial imediatamente começaram a olhar para alguns paineis tentando encontrar o que tinha dado errado. O piloto notou que um dos motores não estava mais funcionando. Uma falha como essa pode ser perigosa, mas raramente é catastrófico, pois o aviao tem dois outros motores, um em cada asa. Porem logo em seguida ocorreu uma falha enorme no sistema eletrônico.E a pressão sobre as três linhas hidráulicas foram caindo em direção a zero, o que é fatal pois essas linhas hidraulicas são utilizadas para ajustar tudo a partir do leme até as asas do aviao. Os aviões são sempre projetado com múltiplos, e totalmente independentes sistemas hidráulicos, se um falhar, o sistema de backup pode tomar seu lugar. Esta redundância significa que uma falha catastrófica de todas as três linhas simultaneamente deve ser virtualmente impossível. Engenheiros calculam as probabilidades de um evento como esse em cerca de um bilhão para um. Haynes olhou em seu manual de piloto, mas não havia nada sobre uma perda total de equipamentos hidráulicos. De volta à cabine, os passageiros estavam começando a entrar em pânico. Todos ouviram a explosão, todos eles podiam sentir o avião fora de controle. Enquanto isso, Haynes estava tentando desesperadamente pensar em alguma maneira de recuperar o controle. Ele realizou uma chamada de rádio para a United Airlines Aircraft Management System (SAM), uma equipe de engenheiros de aeronaves especialmente treinados para ajudar a lidar com o CIES em voo emergências. Mas os engenheiros da SAM não deram nenhuma ajuda. Para começar, eles não acreditam que toda a pressão hidráulica estava realmente danificada. Então Haynes começou por fazer uma lista mental dos elementos da cabine que ele poderia operar sem pressão hidráulica. A lista era curta. Na verdade, Haynes poderia pensar em apenas um elemento que ainda poderia ser útil: as manetes de potência, que controlavam a velocidade e o poder de seus dois motores restantes. Em seguida, Haynes teve uma idéia. A princípio, pareceu-lhe insensata. Mas, quanto mais pensava sobre isso, menos ridículo lhe parecia. Sua idéia era usar alavancas (mecanismos que geram impulso) para pilotar o avião. A ideia girava em torno do empuxo diferencial; empuxo é a força dirigida para a frente de um motor de avião, e uma diferença de empuxo entre os motores do avião normalmente é algo que os pilotos querem evitar. Mas Haynes percebeu que sem os motores era a única solucao para impulsionar o aviao. A idéia foi baseada em física simples, mas ele não tinha idéia se ela iria realmente funcionar. Havia pouco tempo a perder. O avião estava à 38 graus. Se ele passasse de 45 graus, iria virar e entrar numa espiral de morte. Então Haynes prosseguiu com sua ideia e o aviao lentamente ganhou estabilidade. Idéia desesperada Haynes tinha dado certo. Porem, no momento do pouso a aeronave comecou a girar em uma descida íngreme e incontrolavel. Afinal, estava sem os controles hidraulicos. Quando enfim o avião se aproximou do aeroporto, os pilotos fizeram preparativos finais para um pouso de emergência. Infelizmente, a cabine de pilotagem se partiu do corpo principal do avião, como a ponta de um lápis, e caiu sobre a extremidade da pista. Todos os pilotos estavam inconsciente e sofreram lesões gravíssimas. Porem, 184 passageiros sobreviveram ao acidente. Analisando a historia, percebemos que o piloto Haynes possuía decisões importantes a serem tomadas para salvar o avião do momento de crise e pousar em segurança e ao invés de tomar decisões instintivas e realizar procedimentos padrões ele optou por estratégias nunca antes utilizadas, conseguindo um pouco de estabilidade. Ao final, o piloto pousa salvando mais da metade dos passageiros.

          Este caso evidencia a importância do preparo para tomada de decisões. Pilotos, diversos outros profissionais e ate mesmo nós sofremos em algumas circunstancias imensa pressão e para solucionarmos um problema devemos muitas vezes improvisar.
Nesta hora é então relevante apontar que descobertas científicas apontam o córtex pré-frontal como o responsável por decisões rápidas e criativas, pois ele é responsável por guardar, em um curto espaço de tempo, dados e imagens que serão analisados. Possibilitando assim a formação de uma estratégia.

Nisso consiste o uso da razão.”

 

GRUPO 04

 

 

15 Respostas to “Como decidimos? Parte 4 – Grupo 04”

  1. Heber Mizuno Says:

    O córtex pré frontal é o responsável pelo racional e também por “bloquear” as emoções, vimos segundo experimentos que a pessoa que possui essa região do cérebro mais evoluída tende a ter melhor desempenho na escola assim como lidar melhor com situações difíceis, pois consegue controlar melhor as emoções. Além disso, o que me chamou atenção no texto foi a explicação dos problemas de comportamento dos adolescentes, que se dá pela falta de amadurecimento do córtex e pelos músculos mentais que verificam as emoções ainda não terem sido construídos completamente. Acredito então que o amadurecimento do córtex só ocorre ao fim da adolescência/começo da idade adulta, então será que uma criança com córtex menos desenvolvido pode fazer algo para se recuperar e não ter nenhuma diferença com relação as outras pessoas quando adultas? Se é possível desenvolver/evoluir o córtex, até quando podemos fazer isso? até o amadurecimento completo dele?

    • Priscila "Ω´" Pacheco Says:

      Eu sei que o ser humano nasce com um potencial cerebral enorme…. porém ao decorrer da vida, devido aos estimulos que recebe, esse potencial pode se manter ou ir se perdendo para desenvolver outras áreas! Há estudos que dizem que nascemos com um número bem alto de neurônios e que durante a vida não produzimos apenas perdemos! Muita informação técnica para alunos da Matemática, né! 😛

    • Larissa Lopes Says:

      Nossa seria mesmo muito bom se pudéssemos amadurecer totalmente o córtex,conseguiríamos desta forma evitar várias dessas consequências vistas no capítulo.

  2. Rodrigo Sanches - Usuário Says:

    Pelo que li, nesta parte, entra mais um personagem: a razão. Neste caso, ela junto com o conhecimento acumulado (lá do cavalo da carruagem platônica, kk) ponderam o uso da emoção nas decisões. Mesmo assim, ainda existe uma parte das decisões influenciada sem peso algum da razão, ou seja, a forma como o cerebro recebe a informação e esta, lhe dando uma sensação de perda, vamos dizer, tem um “poder de veto” bem maior sobre qualquer ponderação da razão. Na minha opiniao, este ultimo fator é ruim em todos os casos, pois o individuo – mesmo que com certo treino, se necessario – deve saber verificar que o sentido na transmissao da informação nao deve afetar suas decisões.
    Por fim, não gosto do sentido de improvisar no final do post. Poderíamos dizer que devemos pensar com calma, com a razão sendo o improviso o resultado ou nao dessa análise.

  3. Orlando Yuzo Iwamura Says:

    O que eu achei mais interessante nessa parte foi a do pilto de avião da United Airlines Flight 232, que salvou vidas usando procedimentos que eram longes do padrão. Ele fez um “scaneamento! da mecanica de um avião e o que ele tecnicamente era capaz e tomou a melhor decisão.

  4. Diego "Metal" Luz Squilante Says:

    Primeiro, vou comentar só neste resumo. O outro parece mais uma tradução =x (o que tem a vantagem de não matar 2 bombeiros a mais ou dizer que crianças hiperativas possuem o cérebro mais lento, quando na verdade só tem o desenvolvimento do cerébro mais lento, mas ainda assim, prefiro o mais resumido). Quanto ao capítulo, concordo com o Usuário em relação a função da razão de ponderar as emoções, mas não sei se a resposta incial e automática da emoção sempre é ruim. Correr do fogo enquanto se pensa numa solução me parece razoável, como dito no livro, compra tempo. E no fim do dia (eco), aquele que tem essa capacidade de entender quando confiar no instinto e quando ponderar melhor o que se sente, acaba sendo quem toma as melhores decisões. Finalmente, talvez improvisar não seja um termo tão bom quanto ter um insight, um termo que eu nunca me atrevo a traduzir, mas que possivelmente aproxime melhor a necessidade que surge quando o cérebro se encontra em uma situação na qual as experiências passadas não ajudam muito. Parece que o insight aparece como uma outra função do córtex pré frontal, ou ainda uma consequência de ter que controlar as emoções e ainda sim oferecer uma resposta a situação.

    • Priscila "Ω´" Pacheco Says:

      Dessa vez concordo com o Metal… não devemos traduzir “insight”, seria o mesmo que descaracterizar seu significado. Mas não acredito que um insight seja exclusivo para controlar o emocional, assim como improvisar também não pode ser encarado assim. Uma curiosidade interessante é que a região do córtex pré frontal é mais desenvolvida nos seres humanos e nos golfinhos (considerados inteligentes com capacidade cerebral superior inclusive) e outra curiosidade está na prática da Lobotomia cujo objetivo era efetivamente neutralizar os efeitos emocionais desta região do cérebro.

      • Diego "Metal" Luz Squilante Says:

        Mas concordo que o insight não seja exclusivo para controlar emoções, algo mais como “uma outra função” ou “uma consequência de ter que controlar”, uma alternativa de decisão diferente, vislumbrada quando se controla o pânico ou qualquer outra emoção, mas não sendo o controle. E legais as curiosidades.

  5. Isabela P. S. Says:

    À princípio nossa opinião sobre o capítulo foi deixada no resumo, mas gostaria de retificar nosso resumo enfatizando que o enfoque do autor era sobre o peso da razão nas nossas decisões. Este capítulo apresentou inúmeros exemplos e, é bem detalhado dificultando um resumo de alta precisão. Se este espaço foi usado para crítica de detalhes irrelevantes, deve ser por que a idéia principal não foi compreendida direito. Uma pena, uma vez que é tão simples e não depende da quantidade de bombeiros mortos.

    PS: Já a questão da tradução de termos como insight ocorreu porque o trabalho foi proposto em portugues. Pela lógica isto se deve ao fato de que nem todos dominam o ingles, voces não acham? Se não perceberam, está na hora de começar a ler os posts e aprender algo sobre lógica, razão…

    • Priscila "Ω´" Pacheco Says:

      Quando aprendi Psicologia durante o Ensino Médio o termo insight foi ensinado assim (e a disciplina era lecionada em Português… hum… falta de lógica? ^^)… na verdade existem muitos termos técnicos que não podem ser traduzidos porque podem perder seu real significado… dificultando ou até mesmo mudando nossa compreensão do texto todo! Ou seja, o trabalho pode ter sido proposto em Português, porém tanto texto quanto autor são de língua estrangeira e devem ser preservados em suas ideias principais (originais)!
      Outro ponto… nos é proposto comentar em um blog… logo, o que devemos fazer é expressar nossa opinião de um modo geral… afinal não podemos discutir todo o post (parágrafo por parágrafo) então o que escremos aqui nos comentários pode ser considerado crítica (sim… pq não seria?), mas são as críticas que nos fazem discutir, argumentar, ler, etc… enfim, abrir nossas cabeças para novas ideias!!! =D

    • Diego "Metal" Luz Squilante Says:

      Desulpa se eu não fui claro, mas eu preferi este resumo, considero a análise melhor do que a tradução, mesmo com os riscos que isto acarreta (como o meu e outros grupos fizeram). A intenção não foi de maneira alguma desdenhar do resumo, apenas citar erros que encontrei. Surpreendentemente, errar éh umano, e muito embora a família dos bombeiros e crianças que podem desenvolver o cérebro após a fase “correta” discordem, estes aspectos não influenciam a qualidade do resumo em apresentar ideia principal (falando nisso, ideia perdeu o acento). Claro, poderia-se argumentar que errar em exemplos simples coloca em dúvida a tradução de partes mais delicadas e se foi extraído de fato o mais importante, mas não foi o que eu fiz. Quanto a compreensão do capítulo, recomendo meu primeiro comentário.

      PS: Deixar o termo (singular, exemplo único) em inglês em um ambiente em que todos os participantes deveriam estar lendo um livro em inglês realmente segue a lógica, e talvez somente tenha faltado um insight para manter o termo original. Por outro lado, deve me faltar lógica, razão. . .

  6. Anna Carolina M. del Cura Says:

    O córtex pré frontal é responsável, também, por decidir que sequências de movimento ativar, em que ordem e avaliar o seu resultado. Assim, traumas nessa região do cérebro fazem com que a pessoa fique presa obstinadamente a estratégias que não funcionam ou que não consigam desenvolver uma sequência de ações correta. Tudo isso foi muito bem apresentado nesse capítulo, em que foram mostrados exemplos de pessoas sem nenhum trauma e pessoas com traumas. Nós temos o hábito de agir compulsivamente e sem pensar nas consequências em momentos de desespero. Porém, após a leitura observamos que se pararmos pra pensar, “ouvir” a nossa razão, podemos tomar decisões muito melhores, e que nos tragam mais benefícios.

    • Priscila "Ω´" Pacheco Says:

      O problema é que geralmente sabemos que não podemos decidir quando estamos alterados… que o melhor é pensar (ou refletir… talvez meditar) sobre o assunto e ver se assim tomamos a melhor decisão… porém quase nunca o fazemos.

  7. Larissa Lopes Says:

    Foi muito interessante a observação feita em relação às nossas ações em situações de pânico.Acredito que quando estamos em pânico nossa capacidade de tomada de decisão fica muito alterada,parece que não conseguimos organizar as ideias.Acho que o efeito é parecido quando estamos sob pressão.
    O exemplo das crianças com o marshamallows eu já tinha visto só que uma adaptação com brigadeiros,assistir a reação das crianças em frente aos doces é sensacional,elas não conseguem disfarças suas vontades,acredito que a reação delas é o que se passa na cabeça dos adultos tentando se controlar em diversas situações.

  8. Amanda C. Lopes Says:

    Segundo a leitura do capítulo, pânico reduz os pensamentos. Assim quando estamos em uma situação de muito medo, de muita tensão não conseguimos tomar a melhor decisão, precisamos nos acalmar, analisar os fatos para podermos tomar uma decisão mais acertiva. Isto parece meio difícil, pois quando estamos com os nervos a flor da pele temos a tendência de ter atitudes impulsivas.
    O capítulo nos mostrou também, que quando as crianças conseguem se controlar, mesmo quando estão na frente de muitos doces-que para elas seriam muito difcícil de conterem a vontade de comê-los- estas se tornariam adultos mais inteligentes e determinadas do que aquelas que não conseguiram controlar os seus desejos e comeram os doces.


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