Empíricos x teóricos na política monetária

 

Lendo o New York Times de domingo, deparei-me novamente com o tema de minha pesquisa atual, agora, em artigo de Cristina Romer, intitulado “The Debate That´s Muting the Fed´s Response” (disponível online aqui).

Já havia tratado do tema num posto anterior (Macroeconomia Moderna – convergência metodológica) e o interessante a notar, agora, são as vozes americanas engrossando o coro dos “empíricos”. Não é para menos, uma vez que o desemprego tem se mantido elevado, em torno de 9%. Todos concordam que está bem acima da taxa natural de desemprego, seja lá qual seja tal taxa, e muitos economistas clamam por política monetária mais efetiva, no curto prazo, como é o caso de C. Romer – ações diretas, além do “quantitative easing” que vem sendo implementado pelo FED.

Como já disse anteriormente,  restam muitas questões em aberto e que necessitam ser exploradas, tanto em relação à adequação de modelos teóricos às características próprias de economias emergentes, quanto à aderência empírica de tais modelos, mesmo para as economias desenvolvidas – que, afinal, se não nos ajudam a compreender as regularidades observadas, podem ser um meio pouco útil de análise de política econômica, e monetária especificamente.

Recomendo a leitura do artigo, independente de que lado do debate você esteja!



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